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dc.contributor.authorKubota, Luis Claudio-
dc.contributor.otherOsório, Rafael (Sugestões)-
dc.contributor.otherYwata, Alexandre (Sugestões)-
dc.contributor.otherStivali, Matheus (Comentários e ajuda na programação do software estatístico)-
dc.coverage.spatialBrasilpt_BR
dc.coverage.temporal2012pt_BR
dc.date.accessioned2014-02-26T12:45:15Z-
dc.date.available2014-02-26T12:45:15Z-
dc.date.issued2014-01-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/2643-
dc.description.abstractA Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2012, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), abrange um amplo leque de assuntos, com destaque para comportamentos de risco. Este artigo tem o objetivo de analisar a discriminação contra estudantes obesos e muito magros, utilizando microdados da PeNSE. Os dados indicam que alunos que se autoclassificam “muito gordos” ou “muito magros” são muito mais propensos a comportamentos de risco, como o consumo de drogas ilícitas, álcool, cigarros e laxantes (ou indução ao vômito), quando comparados com alunos “normais”. Eles também são muito mais sujeitos a sofrer bullying frequente (BF) – especialmente aquele motivado por sua aparência corporal, a serem bullies ativos, a sentirem solidão, a sofrerem de insônia, violência familiar, agressões e lesões. Um elevado percentual está envolvido em brigas e avalia que seus pais raramente, ou nunca, entendem seus problemas e preocupações. O modelo econométrico implementado mostra que estudantes “não normais” têm mais chance de sofrer BF que os “normais”. Os alunos do sexo masculino têm maior chance de ser discriminados em relação às alunas. Não há diferença estatisticamente significativa entre escolas públicas e privadas. Alunos pretos, amarelos e indígenas têm maior chance de sofrer BF em relação aos brancos. Estudantes cujas mães não estudaram têm maior chance de sofrer BF em relação àqueles cujas mães têm ensino médio completo.pt_BR
dc.language.isopt-BRpt_BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.titleDiscriminação contra os estudantes obesos e os muito magros nas escolas brasileiraspt_BR
dc.title.alternativeTexto para Discussão (TD) 1928: Discriminação contra os estudantes obesos e os muito magros nas escolas brasileiraspt_BR
dc.title.alternativeDiscrimination against the obese and very thin students in Brazilian schoolspt_BR
dc.typeTexto para Discussão (TD)pt_BR
dc.rights.holderInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.source.urlsourcewww.ipea.gov.brpt_BR
dc.location.countryBRpt_BR
dc.description.physical31 p.pt_BR
dc.rights.licenseÉ permitida a reprodução deste texto, desde que obrigatoriamente citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são rigorosamente proibidas.pt_BR
dc.subject.keywordPesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE)pt_BR
dc.subject.keywordObesidadept_BR
dc.subject.keywordMagrezapt_BR
dc.subject.keywordDiscriminação estudantilpt_BR
dc.subject.keywordBullyingpt_BR
ipea.description.objectiveAnalisar a discriminação contra estudantes obesos e muito magros, utilizando microdados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE).pt_BR
ipea.description.additionalinformationSérie monográfica: Texto para Discussão ; 1928pt_BR
ipea.description.additionalinformationReferências bibliográficas: possui referências bibliográficaspt_BR
ipea.description.additionalinformationConteúdo: possui apêndicept_BR
ipea.access.typeAcesso Abertopt_BR
ipea.rights.typeLicença Comumpt_BR
ipea.englishdescription.abstractPeNSE 2012 is a survey conducted by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), in partnership with the Ministry of Health. PeNSE covers a broad range of subjects, especially risk behavior. This article has the aim of analyzing discrimination against obese and very thin students using PeNSE microdata. Data indicate that students that classify themselves as “very fat” or “very thin” are much more prone to risk behaviors like consumption of illicit drugs, alcohol, cigarettes and laxatives (or vomit inducing), when compared to “normal” pupils. They are also much more likely to suffer from frequent bullying (FB), especially that motivated by their body appearance, to be active bullies, to feel frequently lonely, to suffer from insomnia, family violence, aggressions and injuries. A great percentage was involved in fights and feel that their parents rarely or never understand their problems and preoccupations. Econometric model shows that non “normal” students have a greater chance of suffering FB than “normal” pupils. Male students have greater chance of being frequently discriminated when compared to the female ones. There is no statistical difference between public and private schools. Black, yellow and Indian students have greater chance of suffering FB than white pupils. Students whose mothers didn’t study have greater chance of suffering FB than those whose mothers have completed high school education.pt_BR
ipea.researchfieldsN/Apt_BR
ipea.classificationEducaçãopt_BR
ipea.classificationSaúdept_BR
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