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A Inflação brasileira no pós-guerra : monetarismo versus estruturalismo

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A experiência inflaciónaria brasileira no pós-guerra sustentou no passado, e continua a sustentar no presente, um grande debate quanto às suas origens. Os monetaristas atribuem ao crescimento exagerado da oferta de moeda o motivo principal por trás do processo inflaciónario. Os estruturalistas afirmam que a inflação é grande dentro do sistema econômico, através de mudanças de preços relativos resultantes do crescimento econômico. Esta pesquisa procura captar em modelos simples os aspectos fundamentais dos arcabouços teóricos monetarista e estruturalista, para se chegar a equações explicativas para a taxa de inflação que revelassem de modo claro onde se encontram as diferenças básicas entre as duas escolas no que diz respeito às origens da inflação. Razões de ordem prática, como a disponibilidade de dados, delimitaram o período da pesquisa àquele que vai dos anos subsequentes ao final da II guerra mundial até 1980.

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BARBOSA, Fernando de Holanda. A inflação brasileira no pós-guerra: monetarismo versus estruturalismo. Rio de Janeiro: Ipea, 1983. (Série PNPE; 8). Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/13836

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