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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 23, maio. 2004

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Reforma sindical : avanço nas relações capital-trabalho
A Reforma sindical deverá favorecer o desempenho da economia brasileira com desenvolvimento social
A Utilização da PED no acompanhamento conjuntural do mercado de trabalho metropolitano
Mudanças na relação entre a PME e a PED com a nova metodologia da PME
Revendo o crescimento da informalidade e de sua dimensão previdenciária à luz dos dados da PNAD

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Publicação
Apresentação : Mercado de Trabalho n.23 – maio 2004
(Ipea, 2004-05) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
A ideia de que o desempenho do mercado de trabalho neste início de 2004 está sendo bastante insatisfatório, embora seja hoje quase um lugar-comum, não é compartilhada por este boletim, que faz, após uma leitura menos apressada dos dados, uma análise distinta. O crescimento do nível de ocupação em março, seja ele medido pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, pelo Caged do MTE, ou pelas entidades empresariais (CNI, Fiesp), sinaliza, segundo a análise feita, o início da recuperação da demanda por mão-de-obra. Da mesma forma, o crescimento dos rendimentos médios nominais ao longo de todo o primeiro trimestre é um indicador da recuperação em curso, devendo a massa salarial apresentar, já com os dados de abril, um aumento em termos reais sobre o nível observado em abril de 2003. A taxa de desemprego tende, porém, a permanecer em um patamar elevado até o final do terceiro trimestre, em decorrência do maior afluxo de pessoas ao mercado de trabalho, tradicional nessa época do ano. Nesse sentido, apenas a continuidade do processo de crescimento da economia será capaz de trazê-la — de uma forma sustentada — para níveis menos preocupantes.
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.23 – maio 2004
(Ipea, 2004-05) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Os êxitos alcançados nas contas externas, bem como nas políticas fiscal e monetária, têm tido um contraponto no desempenho do mercado de trabalho, em razão da evolução negativa que os indicadores de desemprego e de rendimentos tiveram ao longo da maior parte de 2003. Mesmo considerando que as previsões relativas à evolução da economia estejam apontando para um crescimento próximo a 3,5%, existe o temor de que esse maior volume da produção não seja acompanhado de uma geração correspondente de empregos, o que tenderia a manter os indicadores de desemprego em ascensão. A elevação da taxa de desemprego ocorrida no primeiro trimestre deste ano contribuiu, em particular, para que o mercado de trabalho voltasse a ocupar um lugar de destaque no debate sobre a condução das políticas públicas. Para analisar a situação do desemprego é preciso, contudo, ter clareza de que ela depende de duas ordens de fatores: por um lado, das oportunidades de ocupação que se abrem para as pessoas que demandam o mercado de trabalho e, por outro, da quantidade de pessoas que estão economicamente ativas, trabalhando ou procurando uma ocupação. Em outras palavras, para se fazer uma avaliação mais consistente da realidade do desemprego é preciso separar os dois processos e analisar a evolução da ocupação para, em seguida, discutir como está se comportando a oferta de pessoas no mercado de trabalho. Nesse sentido, considerando-se o processo de criação de oportunidades de trabalho, o temor anteriormente mencionado vem da ideia, bastante disseminada, de que a modernização tecnológica e organizacional das empresas não permitiria uma alta sensibilidade do emprego às variações da produção e que a economia teria uma baixa elasticidade emprego/ produto. Assim, somente taxas de variação do PIB muito superiores à esperada seriam capazes de impactar de forma significativa a geração de empregos.
Publicação
Novos paradigmas para as relações de trabalho
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2004-05) Bargas, Osvaldo Martines
A reforma das legislações sindical e trabalhista é uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para isso foi criado o Fórum Nacional do Trabalho (FNT) no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), onde, por meio do diálogo e da negociação, trabalhadores, governo e empregadores buscam construir propostas de alterações no sistema legal. O objetivo é adequar as leis e as instituições que regulam o trabalho no Brasil às novas exigências do desenvolvimento nacional e do mundo do trabalho.
Publicação
Fórum Nacional do Trabalho : resultados que devem ser valorizados
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2004-05) Santos, Antonio Oliveira
Visa alcançar o entendimento para o ajuste da legislação sindical e trabalhista à realidade da nossa época.
Publicação
Reforma sindical : avanço nas relações capital-trabalho
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2004-05) Marinho, Luiz
Finalmente a estrutura sindical brasileira será mudada. Embora a reforma não represente 100% do que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) defendia, a proposta trará mudanças significativas para modernizar a organização sindical e as relações no mundo do trabalho, garantindo nas negociações gerais patamares mínimos aos trabalhadores, sem interferir na autonomia dos sindicatos, que mobilizados poderão sempre avançar nas questões específicas, como já ocorre hoje em várias categorias.

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