Journal Issue:
Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 44, jan./abr. 2026

Loading...
Thumbnail Image

item.page.format.extent

129

item.page.description.firstpage

item.page.description.lastpage

item.page.date.issued

Publication data

item.page.series.date

item.page.events.date

item.page.organization.date

item.page.date.submitted

item.page.project.date

item.page.description.edition

Language

por

item.page.coverage.spatial

Brasil

item.page.coverage.temporal

item.page.location.country

Brasil

organization.page.location.country

item.page.type.events

item.page.type

item.page.degree.level

ISBN

ISSN

2176-9915
DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Copyright Holder

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Access to Information

Acesso Aberto

Terms of Use

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

item.page.title.alternative

Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 44, jan./abr. 2026 : Geoeconomia na encruzilhada: a confluência do governo Trump II e da ascensão econômica da China – Parte II

item.page.organization.alternative

item.page.name.variant

item.page.contributor.editor

item.page.relation.ispartofseries

item.page.description.abstract

Esta edição do Boletim de Economia e Política Internacional complementa o número anterior (nº 43) ao explorar como a geoeconomia – entendida como o uso de instrumentos econômicos para alcançar objetivos geopolíticos – tem reconfigurado o sistema internacional. Enquanto a parte I concentrou-se na disputa hegemônica entre Estados Unidos e China, especialmente nas reações da potência estabelecida à ascensão da desafiante, esta parte II joga luz sobre os aspectos geoeconômicos da expansão chinesa e as respostas de outros atores, como a União Europeia, à redistribuição do poder global.

item.page.description.abstractalternative

organization.page.description

person.page.description

Email Address

person.page.identifier.orcid

person.page.identifier.lattes

person.page.identifier.gsid

person.page.identifier.rid

person.page.identifier.scopus-author-id

project.page.project.description

project.page.project.productdescription

item.page.subject.keyword

item.page.subject.otherlanguages

Citation

BOLETIM DE ECONOMIA E POLÍTICA INTERNACIONAL. Rio de Janeiro: Ipea, n. 44, jan.-abr. 2026. ISSN 2176-9915. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/bepi44
URI

item.page.description.version

Description

item.page.description.series

item.page.relation.replaces

Final version of this publication

organization.page.relation.references

Events

Projects

Journals

Volumes

News

relationships.JournalIssue.issBookOfJournalIssue.Book

Publications

Item type:Publication,
Apresentação - Boletim de Economia e Política Internacional nº 44 - jan./abr. 2026
(Ipea, 2026-04) André Gustavo de Miranda Pineli Alves; André Gustavo de Miranda Pineli Alves; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; André Gustavo de Miranda Pineli Alves
Esta edição do Boletim de Economia e Política Internacional complementa o número anterior (no 43) ao explorar como a geoeconomia – entendida como o uso de instrumentos econômicos para alcançar objetivos geopolíticos – tem reconfigurado o sistema internacional. Enquanto a parte I concentrou-se na disputa hegemônica entre Estados Unidos e China, especialmente nas reações da potência estabelecida à ascensão da desafiante, esta parte II joga luz sobre os aspectos geoeconômicos da expansão chinesa e as respostas de outros atores, como a União Europeia, à redistribuição do poder global.
Item type:Publication,
A Geoeconomia da rota da seda digital : política externa e industrial chinesa sob o reordenamento global sino-estadunidense
(Ipea, 2026-04) Godinho, Enzo de Moraes; Oliveira, Octávio Henrique Alves Costa de; Conti, Bruno Martarello de; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Enzo de Moraes Godinho; Octávio Henrique Alves Costa de Oliveira; Bruno Martarello de Conti
A Rota da Seda Digital (Digital Silk Road – DSR) é uma iniciativa da política externa chinesa impulsionada pelo acirramento da rivalidade tecnológica sino-estadunidense. Envolto no contexto de reordenamento global das cadeias globais de valor marcado pela centralidade das tecnologias da informação e comunicação (TICs), este artigo analisa o papel da DSR no reposicionamento chinês ante a disputa com os Estados Unidos. Argumentamos que a iniciativa resulta de um processo histórico de sucessivas políticas industriais de longo prazo chinesas, possibilitando a internacionalização de suas big techs. O trabalho apresenta algumas das primeiras políticas industriais chinesas no âmbito da ciência e tecnologia (C&T) desde 1949. Em seguida, trata das políticas industriais chinesas sob a administração Xi Jinping em meio aos desdobramentos da guerra comercial e tecnológica com os Estados Unidos e da pandemia de covid-19. Abordam-se os aspectos políticos e financeiros que viabilizam a ascensão das big techs chinesas e analisa-se em detalhe a DSR enquanto uma ferramenta geoeconômica chinesa. Concluímos que, à luz desta perspectiva analítica, a DSR é capaz de alinhar interesses econômicos domésticos a objetivos geopolíticos estratégicos, em meio à crescente disputa no campo da tecnologia.
Item type:Publication,
Os “três novos” como instrumentos geoeconômicos da China na transição energética global
(Ipea, 2026-04) Espíndola, Sophia Kranz; Rodrigues, Bernardo Salgado; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Sophia Kranz Espíndola; Bernardo Salgado Rodrigues
O artigo apresenta os “três novos” – baterias de lítio-íon, veículos elétricos e painéis solares – e analisa sua importância na transição energética da China. Além de contribuírem para a redução nas emissões do país, eles têm impulsionado seu crescimento econômico, representando 6% do produto interno bruto (PIB) em 2024. A China lidera nesses setores com, respectivamente, 80%, 70% e 85% da produção mundial, e 65%, 40% e 85% das exportações. Associados a esses bens, encontram-se os minerais críticos – como lítio, níquel, cobalto e grafite –, essenciais para a produção desses produtos. A China concentra a maior demanda por esses minerais, assim como é líder no seu refino. Com base na perspectiva teórica da geoeconomia, o artigo mapeia a cadeia global dos minerais críticos, com localização das reservas e das extrações dos países que os fornecem à China, bem como identifica os investimentos externos chineses nesses países. Por fim, discute-se como os minerais críticos vêm se tornando uma ferramenta geoeconômica dos Estados, sendo a China o país com maior capacidade de utilizá-la. Conclui-se que a sua posição privilegiada nas principais etapas de extração, refino e produção fortalece o estabelecimento de padrões tecnológicos chineses no processo de transição energética global.
Item type:Publication,
Transição energética sob a linguagem de segurança na União Europeia : alinhamento ou supressão da proteção do meio ambiente nos países em desenvolvimento?
(Ipea, 2026-04) Mota, Catherine Rebouças; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Catherine Rebouças Mota
A transição energética tem redefinido estruturas produtivas, padrões de investimento em tecnologias de descarbonização e a posição estratégica dos países no cenário geoeconômico. A União Europeia (UE), como um dos principais atores desse processo, adota políticas de de-risking para fortalecer a segurança energética, ao mesmo tempo que busca alinhar-se a metas climáticas. Este trabalho investiga se a instrumentalização da transição energética nessas políticas produz tensões com compromissos ambientais mais amplos. A hipótese é que a priorização da lógica securitária reduz a presença de compromissos ambientais nos Memorandos de Entendimento (Memoranda of Understanding – MoUs) firmados pela UE. A pesquisa adota abordagem qualitativa e dedutiva, com análise de documentos oficiais e análise de conteúdo com apoio do ATLAS.ti. Os resultados indicam que a hipótese se confirma de forma qualificada: a dimensão ambiental é mais restrita nos MoUs de energia e relativamente mais integrada nos acordos de mineração, ainda que de forma seletiva.
Item type:Publication,
Dependência estrutural e autonomia estratégica : uma análise geoeconômica da lei de matérias-primas da União Europeia diante da centralidade chinesa nas cadeias globais de valor
(Ipea, 2026-04) Macêdo, Luiza Martins de; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Luiza Martins de Macêdo
Este artigo analisa a Lei de Matérias-Primas Críticas (LMPC) da União Europeia como instrumento geoeconômico voltado à redução da dependência europeia em relação à China no setor de minerais críticos, com ênfase nas terras raras. Parte-se do diagnóstico de que a centralidade chinesa na extração, na produção e, sobretudo, no processamento desses insumos representa uma vulnerabilidade estratégica para a União Europeia, especialmente diante da disputa pela liderança na transição verde e do risco de escassez de insumos estratégicos. Com base no referencial da geoeconomia – particularmente as contribuições de Blackwill e Harris (2016) e de Farrell e Newman (2019) –, argumenta-se que a LMPC expressa a tentativa europeia de transformar instrumentos regulatórios, industriais e comerciais em mecanismos de poder estratégico. O artigo sustenta, contudo, que, embora a lei represente um avanço institucional relevante, sua eficácia permanece limitada por fatores estruturais: a forte participação da China nas cadeias globais de valor, os obstáculos ao licenciamento de novos projetos na Europa, os elevados custos de processamento, a insuficiência dos sistemas de reciclagem e a dificuldade de diversificação efetiva dos fornecedores. Conclui-se que a lei fortalece a agenda europeia de autonomia estratégica, mas não elimina, no curto e no médio prazo, a vulnerabilidade geoeconômica da União Europeia diante da China.
REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais