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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 8, jun. 1998

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Conjuntura macroeconômica - julho 1998 : Mercado de Trabalho n.08 – jun. 1998
Alguns equívocos do senso comum sobre o trabalho de crianças
O Trabalho infantil no mundo
Trabalho Infantil e comércio internacional
Geração de empregos e realocação espacial no mercado de trabalho
Trabalho infantil e comércio internacional

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Publicação
Panorama geral : Mercado de Trabalho n.08 – jun. 1998
(Ipea, 1998-06) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
0s primeiros meses do ano de 1998 ficaram marcados pela elevação da taxa de desemprego. Grosso modo, pode-se dizer que houve uma elevação de dois pontos percentuais: de 6% em 1997 para 8% no presente. Os meses com fatores sazonais mais desfavoráveis, todavia. vão paulatinamente ficando para trás, ficando mais fortalecida a perspectiva de que a taxa de desemprego passará a declinar na virada do semestre.
Publicação
Conjuntura macroeconômica - julho 1998 : Mercado de Trabalho n.08 – jun. 1998
(Ipea, 1998-06) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
A evolução dos principais indicadores do lado real da economia no período recente permite caracterizar um quadro de recuperação moderada da produção frente aos baixos níveis observados no final do ano passado. A presença do setor de bens de capital (refletindo a trajetória do investimento e das privatizações) na liderança desse processo, assim como o desempenho expressivo das exportações de produtos manufaturados, introduzem um elemento positivo na análise do período, e se contrapõem aos reveses observados em outras áreas, em especial no controle do déficit público. Por outro lado, o ambiente externo voltou a apresentar elevada volatilidade, com as economias asiáticas, agora acrescidas do Japão, dando mostras de não terem ainda superado os desequilíbrios que em outubro produziram forte instabilidade no mercado financeiro internacional. Adicionalmente, a Rússia, em função do elevado desequilíbrio fiscal e do impasse político na votação de reformas estruturais, passou a apresentar dificuldades para rolar suas dívidas interna e externa. Embora o acordo com o FMI contribua para criar um clima favorável entre os investidores, a pressão sobre o rublo deverá continuar enquanto as questões estruturais não forem adequadamente enfrentadas. Internamente, esta instabilidade externa vem se refletindo sobretudo no mercado financeiro: apesar de o Banco Central ter prosseguido com sua política de reduzir as taxas de juros, ocorreu ao mesmo tempo uma reversão nos mecanismos de execução da política monetária, que até então vinham se caracterizando por uma tendência ao alongamento dos prazos da dívida pública e por um certo automatismo no ajuste da liquidez. Desde junho o Banco Central passou a operar basicamente com papéis pós-fixados indexados à taxa Selic e também a regular a liquidez através de frequentes operações de "go around".
Publicação
Alguns equívocos do senso comum sobre o trabalho de crianças
(Ipea, 1998-06) Sochaczewski, Suzanna; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Suzanna Sochaczewski
Dados recentes sobre o trabalho de crianças, com idade entre cinco e catorze anos, não estão de acordo com a chegada de um novo milênio e, menos ainda, com o progresso científico e tecnológico alcançado pela humanidade. Entretanto, ao lado de conquistas como as da engenharia genética ou da comunicação eletrônica, só para citar duas delas, 250 milhões de crianças trabalham em todo o mundo, sendo que quase a metade delas em tempo integral.
Publicação
O Trabalho infantil no mundo
(Ipea, 1998-06) Vilela, Ruth Beatriz Vasconcelos; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Ruth Beatriz Vasconcelos Vilela
Até meados da década de 80, o trabalho infantil não constituía um tema que despertasse o interesse dos governos ou da própria sociedade. A Organização Internacional do Trabalho – OIT era praticamente a única instituição internacional empenhada na eliminação do trabalho precoce. Pesava-se, até então, que o trabalho de crianças era uma alternativa positiva, disciplinadora e de ajuda à família. Em todo o mundo, o tema despertava mais apatia, indiferença ou cinismo do que preocupação.
Publicação
Trabalho Infantil e comércio internacional
(Ipea, 1998-06) Grajew, Oded; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Oded Grajew
Ao longo dos últimos anos assistimos a uma intensificação acelerada da globalização. Ao mesmo tempo, de acordo com a ONU, aumenta a distância entre pessoas e países pobres e ricos. Ao longo da história, tensões deste tipo têm conduzido invariavelmente a grandes conflitos. No limiar do século XXI, com as novas tecnologias que podem ser colocadas a serviço da destruição, esta situação é uma ameaça a toda humanidade. A OIT estima que, em todo o mundo, 73 milhões de crianças e adolescentes, entre 10 e 14 anos, trabalham, representando 13,2% de toda a população mundial nesta faixa etária. São crianças pobres que estão impedidas ou deixam de estudar e que ocupam o lugar de um adulto desempregado. Esta situação somente agrava a distância entre pobres e ricos, tomando mais explosiva a tensão social. Cabe a todos enfrentar com ações concretas esta calamidade.

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