Pesquisador(a):
Matteo, Miguel

Carregando...
Foto do Perfil

Paginação

Primeira página

Última página

Data

Data de publicação

Data da Série

Data do evento

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

Cobertura espacial

Cobertura temporal

País

orgunit.page.location.country

Tipo de evento

Tipo

Grau Acadêmico

Fonte original

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Acesso à informação

Termos de uso

Titulo alternativo

Variações do nome da Unidade organizacional

Variações no nome completo

Autor(a)

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

Responsável pela unidade organizacional

Outras autorias

Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

Resumo traduzido

Informações sobre a unidade organizacional

Sobre o pesquisador

Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA, graduado em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie (São Paulo), Mestre em Administração Pública e Planejamento Urbano pela EAESP/FGV e doutor em Teoria Econômica pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas

Endereço de Email

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Áreas de interesse

Palavras-chave traduzidas

Citação

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final desta publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

orgunit.page.relation.references

Publicações (Autor)

Publicação
Formação e evolução do planejamento regional no Brasil
(Ipea, 2011) Constantino Cronemberger Mendes; Matteo, Miguel; Constantino Cronemberger Mendes; Miguel Matteo
Examina a formação da análise econômica regional no Brasil e sua evolução ao longo do século XX, mostrando como a economia espacial — inicialmente influenciada por debates internacionais sobre desenvolvimento, subdesenvolvimento e localização — adquiriu no país características próprias, especialmente a partir da obra de Celso Furtado. Os autores discutem a transição do pensamento clássico e liberal para uma visão desenvolvimentista e estruturalista, destacando o papel da Cepal e o pioneirismo de Furtado ao integrar história, território e estrutura produtiva na análise das desigualdades regionais brasileiras. O texto detalha o surgimento do planejamento regional, desde iniciativas embrionárias como o DNOCS, SPVEA e GTDN até a criação da Sudene, marco de um projeto de desenvolvimento regional baseado em mudanças estruturais. Também analisa o impacto do regime militar, que fragmentou e enfraqueceu o planejamento territorial, e discute a crise dos anos 1980, o neoliberalismo dos anos 1990 e a retomada recente de políticas regionais. O capítulo conclui que a economia regional brasileira ainda convive com duas tradições — uma microeconômica, locacional, e outra histórico‑estrutural — e que a convergência entre ambas seria essencial para novos avanços no planejamento do desenvolvimento.
Publicação
Teorias de desenvolvimento territorial
(Ipea, 2011) Matteo, Miguel; Matteo, Miguel; Miguel Matteo
Apresenta as principais teorias de desenvolvimento territorial, concebendo o território não apenas como suporte físico, mas como construção social resultante das relações econômicas, políticas e culturais que nele se materializam. Partindo da crise do modelo fordista e da consequente transformação dos padrões produtivos, o texto revisita duas grandes vertentes explicativas pós‑anos 1950: a especialização flexível — com ênfase nos distritos industriais marshallianos, na inovação schumpeteriana e nas city‑regions de Scott, Storper, Agnew e Soja — e a metrópole terciária, estruturada pela globalização, pelas ideias de Castells (espaço de fluxos) e pelas cidades globais de Saskia Sassen. Essas abordagens são examinadas criticamente, apontando suas limitações, especialmente o insuficiente reconhecimento dos processos históricos, institucionais e sociais que moldam cada território; a tendência à generalização de modelos originados em contextos específicos; e a desconsideração do papel dos Estados nacionais na regulação e na produção do espaço. O capítulo conclui que análises territoriais robustas devem integrar estrutura produtiva, dinâmica social e trajetória histórica.

Publicações (Editor)

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais