Pesquisador(a):
Moraes, Rodrigo Fracalossi de

Carregando...
Foto do Perfil

Paginação

Primeira página

Última página

Data

Data de publicação

Data da Série

Data do evento

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

Cobertura espacial

Cobertura temporal

País

orgunit.page.location.country

Tipo de evento

Tipo

Grau Acadêmico

Fonte original

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Acesso à informação

Termos de uso

Titulo alternativo

Variações do nome da Unidade organizacional

Variações no nome completo

Autor(a)

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

Responsável pela unidade organizacional

Outras autorias

Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

Resumo traduzido

Informações sobre a unidade organizacional

Sobre o pesquisador

Técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte)

Endereço de Email

ORCID

Lattes

Google Scholar ID

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave

Palavras-chave traduzidas

JEL

Citação

URI

https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19994

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final dessa publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

orgunit.page.relation.references

Publicações (Autor)

Publicação
Do mare liberum ao mare clausum : soberania marítima e exploração econômica das águas jurisdicionais e da área
(Ipea, 2014) Moraes, Rodrigo Fracalossi de; Rodrigo Fracalossi de Moraes
O capítulo examina a evolução histórica, jurídica e geopolítica da soberania sobre os oceanos, argumentando que o princípio do mare liberum, defendido por Hugo Grotius como liberdade plena dos mares, vem sendo gradualmente substituído desde o pós‑Segunda Guerra Mundial pelo mare clausum, visão de John Selden que admite a expansão das jurisdições estatais sobre áreas marítimas. O texto detalha como avanços tecnológicos, a descoberta de recursos como petróleo, gás, minérios e biodiversidade, e o aumento do valor estratégico dos mares impulsionaram a ampliação das Zonas Econômicas Exclusivas (ZEE), da plataforma continental estendida e das reivindicações territoriais. Ao analisar a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos), o autor demonstra como ela redefiniu o regime jurídico marítimo, repartindo economicamente grande parte dos oceanos e estabelecendo regras para exploração de recursos na “Área”, administrada pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos. O capítulo discute ainda disputas geopolíticas envolvendo Estados Unidos, França, Reino Unido, China e Brasil, evidenciando como territórios ultramarinos ampliam vastamente as ZEEs e como conflitos por recursos — como no Mar do Sul da China ou nas Ilhas Malvinas — revelam a tênue fronteira entre soberania econômica e política. No caso brasileiro, destaca a importância da “Amazônia Azul”, das ilhas oceânicas, da exploração do pré‑sal e dos pedidos de extensão da plataforma continental, reforçando que a proteção, o mapeamento e a cooperação internacional são fundamentais para consolidar a soberania e aproveitar os recursos marítimos estratégicos.
Publicação
Operações de paz e comércio de armas : governança e “desgovernança” internacional na gestão de conflitos
(Ipea, 2012) Moraes, Rodrigo Fracalossi de; Rodrigo Fracalossi de Moraes
Examina como a ausência ou limitação de acordos internacionais para o controle do comércio de armas convencionais e armas pequenas e leves (SALW) compromete o sucesso das operações de paz e dos processos de resolução de conflitos. Rodrigo F. de Moraes demonstra que, enquanto a ONU busca promover a paz por meio de missões e programas como DDR (desarmamento, desmobilização e reintegração), permanece simultaneamente uma “desgovernança” global na circulação de armamentos, favorecendo a continuidade da violência. O texto analisa embargos ineficientes, mecanismos frágeis de controle, falhas de fiscalização, interesses políticos das potências e o fracasso da aprovação do Tratado sobre o Comércio de Armas (ATT) em 2012. Também apresenta o caso de Ruanda e da República Democrática do Congo, mostrando como o fluxo contínuo de armas — inclusive após embargos — inviabilizou cessar-fogos, fortaleceu grupos armados e dificultou a atuação de missões como a MONUC/MONUSCO. O autor conclui que a falta de governança eficaz sobre o comércio de armas coloca em risco tanto civis quanto peacekeepers, exigindo instrumentos internacionais mais robustos e mecanismos operacionais vinculantes.

Publicações (Editor)

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais