(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
Carta de Conjuntura
O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 0,2% na comparação entre novembro e outubro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 0,4%, enquanto as importações de bens industriais avançaram 7,0%, conforme mostra a tabela 1.
(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
Carta de Conjuntura
O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 0,5% na comparação entre novembro e outubro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à queda de 7,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em novembro registrou expansão de 1,8% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 3,4% em novembro, e alta de 0,8% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 3,8%.
(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
Carta de Conjuntura 70
O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,6% na comparação entre dezembro e novembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 1,8%, enquanto as importações de bens industriais recuaram 6,1%, conforme mostra a tabela 1.
(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Claudio Hamilton Matos dos Santos; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho; Claudio Hamilton Matos dos Santos
Carta de Conjuntura 70
O produto interno bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2025, na série dessazonalizada, mantendo o ritmo de crescimento modesto verificado nos dois períodos anteriores. Na comparação com o mesmo trimestre de 2024, a economia expandiu 1,8%, encerrando o ano de 2025 com uma expansão de 2,3%. Esses resultados vieram em linha com as previsões apresentadas na Nota de Conjuntura no 69,1 publicada em dezembro de 2025 pela Dimac/Ipea, que projetava altas de 0,2% na margem, de 1,8% na comparação interanual e de 2,3% no acumulado em quatro trimestres. Com o resultado, o carry-over para 2026 ficou em 0,2%.
(Ipea, 2026-04) Leonardo Mello de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
Carta de Conjuntura 70
O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registra uma queda de 4,0% na comparação entre dezembro e novembro na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu ao avanço de 0,2% ocorrido no período anterior. Com isso, o trimestre móvel encerrado em dezembro registrou retração de 3,5% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação aos mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou quedas de 3,9% em dezembro e de 3,1% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 2,9% em 2025.