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Publicação
A Queda recente da desigualdade de renda no Brasil
(Ipea, 2006) Barros, Ricardo Paes de; Carvalho, Mirela de; Franco, Samuel; Mendonça, Rosane; Ricardo Paes de Barros; Mirela de Carvalho; Samuel Franco; Rosane Mendonça
Apresenta a evolução recente da desigualdade de renda no Brasil, destacando que, entre 2001 e 2005, houve uma queda contínua e expressiva nas medidas tradicionais de concentração, como o coeficiente de Gini, que atingiu o menor nível das últimas três décadas. Com base nas informações da PNAD e complementado por dados da PME, o texto demonstra que essa redução ocorreu de maneira consistente, independentemente da métrica adotada, do tipo de renda considerada ou de ajustes referentes à composição familiar. Os autores também investigam a significância estatística desse movimento, mostrando que a probabilidade de a redução observada ser um efeito aleatório é inferior a 1%. Apesar desse avanço, o Brasil continua entre os países com maior desigualdade do mundo, e mesmo mantendo o ritmo recente, ainda seriam necessárias várias décadas para alcançar padrões próximos aos de nações com nível semelhante de desenvolvimento.
Publicação
A Importância da queda recente da desigualdade para a pobreza
(Ipea, 2006) Barros, Ricardo Paes de; Carvalho, Mirela de; Franco, Samuel; Mendonça, Rosane; Ricardo Paes de Barros; Mirela de Carvalho; Samuel Franco; Rosane Mendonça
Analisa o papel decisivo da queda recente da desigualdade de renda na redução da pobreza e da extrema pobreza no Brasil. Os autores mostram que, embora o crescimento econômico contribua para elevar o rendimento médio da população, é a mudança na distribuição da renda que explica a maior parte da melhoria nos indicadores sociais observados nos anos recentes. Por meio de decomposições estatísticas, o estudo demonstra que a redução da desigualdade teve impacto proporcionalmente maior entre os segmentos de baixa renda, acelerando a redução da pobreza em comparação ao que ocorreria apenas com crescimento econômico. O capítulo também discute os mecanismos subjacentes a esse processo — como políticas de transferência, valorização do salário mínimo, elevação dos rendimentos do trabalho menos qualificado e expansão educacional — e destaca a necessidade de manter políticas consistentes que atuem simultaneamente sobre crescimento, distribuição e inclusão social.
Publicação
Determinantes imediatos da queda da desigualdade de renda brasileira
(Ipea, 2006) Barros, Ricardo Paes de; Carvalho, Mirela de; Franco, Samuel; Mendonça, Rosane; Ricardo Paes de Barros; Mirela de Carvalho; Samuel Franco; Rosane Mendonça
Analisa os fatores imediatos responsáveis pela expressiva redução da desigualdade de renda no Brasil entre 2001 e 2005, utilizando simulações contrafactuais para quantificar a contribuição de elementos como transformações demográficas, mudanças no mercado de trabalho e expansão das transferências de renda. Os autores demonstram que a queda na desigualdade foi essencialmente impulsionada por transformações na renda não derivada do trabalho — especialmente programas de transferência — e pela redução na desigualdade da remuneração entre trabalhadores ocupados, enquanto mudanças demográficas e na taxa de ocupação tiveram impacto limitado. A análise revela ainda que a associação entre diferentes componentes da renda e sua redistribuição interna desempenharam papel relevante para explicar a tendência de queda observada no período, oferecendo subsídios para políticas que visam manter ou intensificar a redução da desigualdade no país.
Publicação
A Recente queda na desigualdade de renda e o acelerado progresso educacional brasileiro da última década
(Ipea, 2007) Barros, Ricardo Paes de; Franco, Samuel; Mendonça, Rosane; Ricardo Paes de Barros; Samuel Franco; Rosane Mendonça
Examina a relação entre a forte redução da desigualdade de renda observada nos anos 2000 e o rápido avanço educacional ocorrido no Brasil durante a década anterior. Os autores mostram que o crescimento da escolarização — especialmente entre jovens de baixa renda — alterou de maneira estrutural o perfil da força de trabalho, reduzindo gradualmente a concentração de capital humano que historicamente alimentou altos níveis de desigualdade. A ampliação do acesso ao ensino fundamental, a aceleração da conclusão escolar e a difusão do ensino médio criaram coortes mais educadas que chegaram ao mercado de trabalho em grande número, pressionando para baixo os prêmios salariais dos níveis educacionais mais altos. O estudo utiliza decomposições econométricas para separar os efeitos de preços (retornos à educação) e de quantidades (distribuição da escolaridade), concluindo que ambos contribuíram para a queda da desigualdade, mas o fator decisivo foi a mudança na composição educacional da população. Ao mostrar que o avanço educacional foi particularmente intenso entre grupos historicamente desfavorecidos — como os mais pobres, negros e moradores das regiões Norte e Nordeste — o capítulo destaca que parte expressiva da redução da desigualdade se deve à diminuição da distância entre grupos socioeconômicos. Por fim, os autores argumentam que, embora o progresso educacional explique boa parte das transformações recentes, a continuidade da redução da desigualdade dependerá de melhorias adicionais na qualidade do ensino e da expansão educacional em níveis mais altos.
Publicação
O Papel das transferências públicas na queda recente da desigualdade de renda brasileira
(Ipea, 2007) Barros, Ricardo Paes de; Carvalho, Mirela de; Franco, Samuel; Ricardo Paes de Barros; Mirela de Carvalho; Samuel Franco
Investiga em que medida as transferências públicas explicam a queda da desigualdade de renda no Brasil entre 2001 e 2005, período em que o coeficiente de Gini recuou de 0,593 para 0,566. Com base nas PNADs 2001–2005, os autores separam a renda não derivada do trabalho em sete componentes (ativos, transferências privadas e três tipos de transferências públicas, incluindo aposentadorias/pensões, BPC e Bolsa Família), propondo um procedimento para identificar benefícios sociais quando estes se misturam a rendimentos financeiros nos microdados. A análise decompõe o impacto distributivo por quatro vias: focalização/associação, cobertura, valor médio do benefício e desigualdade entre receptores. Os resultados indicam que cerca de metade da queda da desigualdade advém de mudanças na renda não derivada do trabalho, praticamente todas originadas em transferências públicas. Entre os mecanismos, a expansão de cobertura — sobretudo do Bolsa Família — foi preponderante para reduzir a desigualdade (diminuindo a clivagem entre quem recebe e quem não recebe), enquanto, nas aposentadorias e pensões, o efeito veio principalmente da equalização entre benefícios (redução da desigualdade intra-receptores). O BPC contribuiu via aumento do benefício médio e elevação moderada de cobertura. Em conjunto, as transferências públicas explicam parcela substancial da queda recente da desigualdade, com papéis distintos: difusão e focalização no Bolsa Família; maior valor médio no BPC; e achatamento distributivo nas aposentadorias/pensões.

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