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Portos brasileiros 2009: ranking, área de influência, porte e valor agregado médio dos produtos movimentados

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Textos para Discussão (TD) 1408: Portos brasileiros 2009: ranking, área de influência, porte e valor agregado médio dos produtos movimentados, Brazilian ports in 2009: rank, area of ​​influence, size and average value of products handled

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Resumo

Tendo como motivação o forte crescimento do comércio internacional brasileiro, a retomada de investimentos públicos e privados na infraestrutura econômica e os resultados positivos apresentados no Texto para Discussão, n. 1.164, intitulado Portos brasileiros: área de influência, ranking, porte e os principais produtos movimentados (Campos Neto, 2006), considerou-se relevante a atualização desse trabalho em termos temporal e metodológico. A movimentação total de comércio internacional teve um crescimento de 131,7% no período 2003-2007, passando de US$ 121,4 bilhões (Free On Board – FOB) para US$ 281,3 bilhões (FOB). De posse dos microdados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) de 2007 e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2006, foi possível refazer o trabalho anterior, voltado para análises de variáveis econômicas relacionadas com a movimentação de cargas de comércio internacional. A relevância do trabalho também se deve ao fato de que a participação da movimentação de cargas nos portos brasileiros no produto interno bruto (PIB) nacional alcançou um valor de aproximadamente US$ 187,9 bilhões (2007), cerca de 76,7% do valor do comércio internacional do país. Para construir o ranking dos portos brasileiros, foram utilizadas seis variáveis econômicas: a) área geográfica de influência (hinterlândia); b) porte (grande, médio ou pequeno); c) participação do porto no comércio internacional do Brasil; d) número de setores de atividade econômica atendidos (acima de US$ 100,0 milhões); e) âmbito de atuação dos portos (nacional, regional ou local); e f ) valor agregado médio dos produtos transacionados. Primeiramente, foram gerados critérios que permitiram quantificar as variáveis. Em seguida, estabeleceram-se pesos para os critérios de acordo com sua importância no cenário do comércio internacional. Por fim, o somatório ponderado das variáveis deu origem ao ranking nacional dos portos brasileiros. Analisaram-se 34 portos envolvidos com o comércio externo do país: Antonina – PR, Aracaju – SE, Aratu – BA, Belém – PA, Corumbá – MS, Fortaleza – CE, Ilhéus – BA, Imbituba – SC, Itajaí – SC, Itaqui – RS, Cabedelo – PB, Macaé – RJ, Macapá – AP, Maceió – AL, Manaus – AM, Munguba – PA, Natal – RN, Niterói – RJ, Paranaguá – PR, Pecém – CE, Porto Alegre – RS, Porto Xavier – RS, Recife – PE, Rio de Janeiro – RJ, Rio Grande – RS, Salvador – BA, Santarém – PA, Santos – SP, São Francisco do Sul – SC, São Luís – MA, São Sebastião – SP, Itaguaí (Sepetiba) – RJ, Suape – PE, Vitória – ES.

Resumo traduzido

Motivated by several factors as the strong growth of Brazilian international commerce, the recover of public and private investments on economic infrastructure, and the good feedback granted by the Texto para Discussão, n. 1.164 of 2006, we decided to redo that Texto para Discussão, updating it’s methods and data. The Brazilian international trade has grown 131,7% from 2003 to 2007, going from US$ 121,4 billions (Free On Board – FOB) to US$ 281,3 billions (FOB). Than holding to Secex/MDIC 2007’s and Rais 2006’s micro-data, we were able to redo the previous study, focusing on the analysis of economic variables which relate to international traded cargos. The importance of this work is also due to the fact that the international commerce made through ports in Brazil has reached approximately US$ 187,8 billions in 2007, which settles for 76,7% of Brazilian international trade in that year. In order to set a ranking to Brazilian ports, we used six economic variables: a) area influenced by the port (hinterlândia); b) loading capacity (small, medium or large); c) port’s share on Brazilian international trade; d) number of economic sectors – trading sums larger than US$ 100,0 million – through each port; e) port’s commercial range (national, regional or local); and f) average aggregate value of traded products. First, we generated values out of each variable, than we weighted these values according to their importance for international trading. Finally, the sum of the weighted variables generated a ranking for the ports in focus. We analyzed thirty four ports that deal with international trade in Brazil: Antonina – PR, Aracaju – SE, Aratu – BA, Belém – PA, Corumbá – MS, Fortaleza – CE, Ilhéus – BA, Imbituba – SC, Itajaí – SC, Itaqui – RS, Cabedelo – PB, Macaé – RJ, Macapá – AP, Maceió – AL, Manaus – AM, Munguba – PA, Natal – RN, Niterói – RJ, Paranaguá – PR, Pecém – CE, Porto Alegre – RS, Porto Xavier – RS, Recife – PE, Rio de Janeiro – RJ, Rio Grande – RS, Salvador – BA, Santarém – PA, Santos – SP, São Francisco do Sul – SC, São Luís – MA, São Sebastião – SP, Itaguaí (Sepetiba) – RJ, Suape – PE, Vitória – ES.

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