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Introdução : O Estado Regulador Brasileiro : três décadas de reformas e agencificação (1996-2026)

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A introdução da obra O Estado Regulador Brasileiro: três décadas de reformas e agencificação (1996-2026) apresenta uma análise histórica e institucional da consolidação do Estado regulador no Brasil, com destaque para a criação e expansão das agências reguladoras federais desde a década de 1990. O texto discute a difusão internacional do modelo regulatório, influenciado por reformas administrativas, organismos multilaterais e processos de liberalização econômica, ressaltando a valorização das funções de regulação, fiscalização e coordenação estatal. Os autores examinam a incorporação do modelo de agencificação no contexto brasileiro, enfatizando a autonomia decisória, a especialização técnica e a função estratégica das agências reguladoras na mediação entre Estado, mercado e sociedade. Também são abordados os desafios relacionados à governança regulatória, à participação social, à accountability, à qualidade regulatória e à adaptação institucional diante de problemas contemporâneos, como desigualdade social, transição energética, transformação digital e sustentabilidade. Além de revisar a produção acadêmica sobre regulação no Brasil, o texto destaca a necessidade de abordagens interdisciplinares e de uma regulação mais dinâmica, contextualizada e baseada em evidências, capaz de responder às demandas complexas e transversais do desenvolvimento nacional.

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CUNHA, Bruno Queiroz; FAGANELLO, Cláucia Piccoli. Introdução. In: CUNHA, Bruno Queiroz (org.). O Estado regulador brasileiro: três décadas de reformas e agencificação (1996-2026). Rio de Janeiro: Ipea : MDIC, 2026. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/9786556350950intro

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O Estado regulador brasileiro : três décadas de reformas e agencificação (1996-2026)
(Ipea, 2026) Bruno Queiroz Cunha; Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia - DIEST; Bruno Queiroz Cunha
A obra analisa a trajetória do Estado regulador brasileiro ao longo de três décadas (1996–2026), destacando a criação e consolidação das agências reguladoras como instrumentos centrais da atuação estatal. Apresenta uma abordagem histórica e analítica das reformas regulatórias, evidenciando avanços institucionais, desafios de governança e limitações do modelo adotado. O livro também discute a ampliação do papel da regulação em temas contemporâneos, como inovação, desigualdades, sustentabilidade e participação social. Ao integrar diferentes perspectivas teóricas e empíricas, a obra propõe novos paradigmas para o aprimoramento da regulação no Brasil. Conclui oferecendo subsídios para o fortalecimento das capacidades estatais e a qualificação das políticas públicas.

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