Publicação: Pobreza no Brasil : parâmetros básicos e resultados empíricos
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Cobertura espacial
Brasil
Regiões metropolitanas
Regiões metropolitanas
Cobertura temporal
1981 a 1990
País
BR
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Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Poverty in Brazil: basic parameters and empirical results
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Autor(a)
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Resumo
Os fatos e evidências sobre pobreza discutidos neste trabalho referem-se as regiões metropolitanas, para as quais a disponibilidade de informações detalhadas sobre preços, em conjunto com dados de pesquisas de orçamentos familiares, possibilitou o estabelecimento de linhas de pobreza específicas por ano e local. Inicialmente, estes parâmetros, comparados com os dados sabre renda da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), são utilizados para diferenciar os pobres dos não-pobres e para obter a proporção de pobres e a razão de insuficiência de renda em cada ano e região. Esta dicotomia inicial do ponto de vista da renda, entre as duas subpopulações serve como base para a geração de indicadores de qualidade de vida. Um exercício de análise multivariada baseado num conjunto de indicadores para os pobres propiciou a ordenação das regiões metropolitanas em relação ao denominado índice sintético de pobreza. A comparação das evidências empíricas de 1981 a 1990 torna clara a ausência de progressos significativos em termos da redução da pobreza enquanto insuficiência de renda ao longo da década passada. Uma deterioração do quadro de pobreza foi em parte evitada por mudanças sócio-econômicas ocorridas no período, tais como a queda na taxa de natalidade e o aumento nas taxas de participação na força de trabalho. Apesar das restrições financeiras e operacionais que afligiram o setor público, as condições de saneamento experimentaram uma nítida melhora, o que constitui boa notícia em meio a um panorama geral pouco animador.
Resumo traduzido
The evidences on poverty discussed below refer to the metropolitan areas, for which detailed price information combined with data from the Family budget survey enable the establishment of location and time specific poverty lines. Firstly, these parameters compared to income data from annual household surveys are used to differentiate poor from non-porr and to obtain the proportion of poor and poverty gap ratios for each year and area. This initial dichotomy between two subpopulations from the income point of view serves as basis for generating quality of life indicators. Multivariated analysis based on the set of indicators for the poor led to a ranking of metropolitan areas relatives to a so-called synthetic poverty index. Comparing empirical evidences from 1981 and 1990, it is evident that no significant progress has been made in terms of reducing poverty as insufficiency of income through the decade, although further deterioration was halted by socioeconomic changes, such as lowering birth rates and increased labor market participation. In spite of budgetary and operational constraints affecting the public sector, sanitary conditions show a clear improvement, wich is good news in a otherwise bleak scenario.
