Publicação: Entre o sul global e o multilateralismo : o Brasil e o não alinhamento ativo na presidência do Brics em 2025
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Titulo alternativo
Between the global south and multilateralism : Brazil and active non-alignment in the 2025 Brics presidency, Entre el sur global y el multilateralismo : Brasil y el no alineamiento activo en la presidencia de los BRICS en 2025
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Resumo
O artigo analisa o reposicionamento diplomático do Brasil durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco na presidência brasileira do BRICS em 2025. A partir do conceito de não alinhamento ativo, discute-se como o país busca combinar autonomia estratégica e engajamento multilateral para reconstruir sua credibilidade internacional e ampliar sua influência no Sul global. O texto examina os eixos temáticos da presidência brasileira: saúde global, finanças, agenda climática, inteligência artificial, paz e segurança internacional e fortalecimento institucional, destacando o papel do Brasil na promoção de uma ordem multipolar mais justa e inclusiva. Conclui-se que o Brasil adota uma diplomacia de mediação e cooperação, inovando na institucionalidade do BRICS com agenda própria, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios de articulação entre os países-membros e pressões externas da conjuntura atual.
Resumo traduzido
The article analyzes Brazil’s diplomatic repositioning during President Luiz Inácio Lula da Silva’s third term, focusing on Brazil’s presidency of the BRICS in 2025. Based on the concept of “active non-alignment,” it discusses how the country seeks to combine strategic autonomy and multilateral engagement to rebuild its international credibility and expand its influence within the Global South. The text examines the main thematic axes of Brazil’s presidency: global health, finance, climate agenda, artificial intelligence, peace and international security, and institutional strengthening, highlighting Brazil’s role in promoting a fairer and more inclusive multipolar order. It concludes that Brazil adopts a diplomacy of mediation and cooperation, innovating within the institutional framework of the BRICS with its own agenda, while simultaneously facing coordination challenges among member countries and external pressures from the current global context.
El artículo analiza el reposicionamiento diplomático de Brasil durante el tercer mandato del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, centrándose en la presidencia brasileña de los BRICS en 2025. A partir del concepto de “no alineamiento activo”, se discute cómo el país busca combinar autonomía estratégica y compromiso multilateral para reconstruir su credibilidad internacional y ampliar su influencia en el Sur global. El texto examina los ejes temáticos de la presidencia brasileña: salud global, finanzas, agenda climática, inteligencia artificial, paz y seguridad internacional y fortalecimiento institucional, destacando el papel de Brasil en la promoción de un orden multipolar más justo e inclusivo. Se concluye que Brasil adopta una diplomacia de mediación y cooperación, innovando en la institucionalidad de los BRICS con una agenda propia, al mismo tiempo que enfrenta desafíos de articulación entre los países miembros y presiones externas derivadas de la coyuntura actual.
El artículo analiza el reposicionamiento diplomático de Brasil durante el tercer mandato del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, centrándose en la presidencia brasileña de los BRICS en 2025. A partir del concepto de “no alineamiento activo”, se discute cómo el país busca combinar autonomía estratégica y compromiso multilateral para reconstruir su credibilidad internacional y ampliar su influencia en el Sur global. El texto examina los ejes temáticos de la presidencia brasileña: salud global, finanzas, agenda climática, inteligencia artificial, paz y seguridad internacional y fortalecimiento institucional, destacando el papel de Brasil en la promoción de un orden multipolar más justo e inclusivo. Se concluye que Brasil adopta una diplomacia de mediación y cooperación, innovando en la institucionalidad de los BRICS con una agenda propia, al mismo tiempo que enfrenta desafíos de articulación entre los países miembros y presiones externas derivadas de la coyuntura actual.
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BRICS, Brazilian foreign policy, Multilateralism, Global South, Diplomacy
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FERREIRA, Douglas Meira; ABDAL, Alexandre. Entre o sul global e o multilateralismo: o Brasil e o não alinhamento ativo na presidência do Brics em 2025. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 597-635, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art21
