Publicação: O Acesso ao capital dos idosos brasileiros: uma perspectiva do ciclo da vida
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Texto para Discussão (TD) 685: O acesso ao capital dos idosos brasileiros: uma perspectiva do ciclo da vida
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Resumo
O presente estudo tem como objetivo descrever o acesso aos diversos tipos de capital por grupos etários, dando especial ênfase aos chefes de família idosos. Utilizamos para este fim perfis etários estáticos e análises de coorte. A análise da posse de recursos foi estruturada em três grupos: Capital Físico (bens duráveis, moradia e serviços públicos), Capital Humano (escolaridade, educação técnica, experiência e treinamento) e Capital Social (emprego, sindicatos e associações, participação política e estrutura familiar). Os efeitos da posse de ativos sobre o nível de bem-estar social também estão organizadas em três categorias: primeiramente, os indivíduos extraem utilidade diretamente do fato de possuir altos níveis de ativos; logo, quanto mais ativos acumulados ao longo do ciclo da vida, maior será o nível de bem-estar desfrutado. O segundo efeito é que um alto nível de ativos pode aumentar a capacidade de geração de renda dos indivíduos e conseqüentemente a de suas famílias. Esse efeito, embora não seja diretamente relevante para os grupos de idade mais avançada é extremamente importante para os grupos mais novos, no sentido de que quanto maior for a capacidade de geração de renda neste período, maior será o nível de bem-estar gerado ao longo do ciclo da vida. O último efeito, e talvez o mais importante em termos de ciclo da vida, do aumento da posse de ativos, é o de melhorar a habilidade dos indivíduos em lidar com choques adversos da renda. O papel de suavização do consumo assumido pelos ativos depende da importância desses choques e de quão desenvolvidos são os diversos segmentos do mercado financeiro (ativos, créditos e segmento de seguros) que permitem amenizar os efeitos desses choques sobre o nível de bem estar.
Resumo traduzido
The present study attempts to describe access rates to different types of capital by age groups. Special emphasis is given to the old age. We use two types of methodologies: static age profiles and cohort analysis. The assessment of resources will be structured under three headings: physical capital (financial assets, durable goods, housing, land, public services and transportation), human capital (schooling, technical education, age, experience and learn by doing) and social capital (employment, membership in trade unions and associations, political participation and family structure). The availability of new sources of data provides previously unmatched conditions to trace an asset profile of the poor in the Brazilian case. The strategy is to analyze three different types of impact on social welfare caused by the growing assets of the poor. The first effect is the direct impact on social welfare. The second effect is to increase the potential to generate income. The third effect is that higher asset holdings improve the poor’s ability to deal with adverse income shocks.
