Publication: Absorção de mão-de-obra na agricultura da Zona da Mata de Minas Gerais
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Zona da Mata - Minas Gerais - Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O texto aborda a absorção de mão-de-obra agrícola na Zona da Mata, descrevendo a metodologia utilizada em simulações. Pequenos estabelecimentos agrícolas, ao considerarem apenas atividades tradicionais, mostraram excesso de mão-de-obra. A introdução da tecnologia recomendada aumentou esse excesso, elevando ligeiramente a renda líquida. A inclusão de novas atividades produtivas, como fruticultura, aumentou significativamente a absorção de mão-de-obra e a renda líquida, mas ainda havia desemprego sazonal. Restrições de terra e capital foram identificadas como recursos limitantes. Estabelecimentos maiores eram compradores líquidos de mão-de-obra, mas só utilizavam totalmente a terra com salários zero. Com salários rurais regionais, parte da terra ficava inativa devido a restrições de crédito. Ambos os tamanhos de estabelecimentos apresentaram variações sazonais na demanda por mão-de-obra, limitando a possibilidade de pequenos agricultores trabalharem em grandes estabelecimentos. Os autores sugerem que a introdução de novas alternativas de produção incentivaria o aumento de renda e absorção de mão-de-obra, enquanto a flexibilidade sazonal do salário mínimo contribuiria para aumentar o emprego e a produção.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
PANAGIDES, Stahis S.; FERREIRA, Léo da Rocha. Absorção de mão-de-obra na agricultura da Zona da Mata de Minas Gerais. In: PANAGIDES, Stahis S.; FERREIRA, Léo da Rocha; CESAL, Lon C.; BANDEIRA, Antonio Lima; WHITE JUNIOR, T. Kelley; ROCHA, Dilson Seabra. Estudos sobre uma região agrícola: Zona da Mata de Minas Gerais . Brasília: Ipea, 1973. (Monografia; 9). p. 23-107. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/12624/1/cap_1_absorcao_de_mao_de_obra.pdf
