Publicação: The Continuation of the CDM under the Paris agreement and its articulation with the SDM
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A Continuidade do MDL ante o acordo de Paris e sua articulação com o MDS
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Resumo
O uso de mecanismos de mercado para o combate à mudança do clima foi introduzido pelo Protocolo de Quioto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC), adotado em 1997. Em vigor desde 2005, o Protocolo de Quioto estabeleceu o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto de 1997. O MDL logrou escala de projetos de redução de emissões em países em desenvolvimento e foi capaz de inaugurar um mercado de créditos de carbono plenamente fungíveis. Dúvidas em relação ao Protocolo de Quioto, contudo, lançaram dúvidas em relação ao próprio mecanismo. Com vistas a estender as vantagens do MDL ao contexto pós-2020, em que um novo acordo sob a CQNUMC passaria a ser a principal referência para a resposta internacional à mudança do clima, o Brasil apresentou, nas negociações que culminariam na adoção do Acordo de Paris, em 2015, a proposta de um MDL ampliado (MDL+). Os principais elementos da proposta brasileira acabaram sendo incorporados no texto final do acordo, em seu artigo 6, parágrafo 4º , na forma do “mecanismo de desenvolvimento sustentável” (MDS).
Resumo traduzido
The use of market mechanisms to combat climate change was introduced by the Kyoto Protocol to the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC), adopted in 1997. In force since 2005, the Kyoto Protocol established the Clean Development Mechanism (CDM). The CDM has scaled emission reduction projects in developing countries and was able to start a fully fungible carbon credits market. Doubts about the Kyoto Protocol, however, cast uncertainty on the mechanism itself. With a view to extending the CDM’s advantages to the post-2020 context, where a new agreement under the UNFCCC would become the main reference for the international response to climate change, Brazil presented, in the negotiations that would culminate in the adoption of the Paris Agreement, in 2015, a proposal for an extended CDM (CDM+). The main elements of the Brazilian proposal were incorporated into the final text of the agreement, in Art. 6, Paragraph 4, in the form of the “Sustainable Development Mechanism” (SDM).
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Capítulo publicado em: Legacy of the CDM: lessons learned and impacts from the Clean Development Mechanism in Brazil as insights for new mechanisms / organizadores: Flavia Witkowski Frangetto, Ana Paula Beber Veiga, Gustavo Luedemann. – Brasília: IPEA, 2019.
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/9534
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