Publicação: O Brasil emergente e os desafios da governança global : a paz liberal em questão
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Titulo alternativo
Emerging Brasil and the challenges of global governance, El Brasil emergente y los desafíos de la gobernanza global
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Resumo
O Brasil constitui um poder emergente que tem procurado atuar como força de propulsão conducente a um mundo multipolar ancorado em um multilateralismo reconfigurado. O país atua como nova fonte de pressões, opiniões e recursos, que busca promover iniciativas políticas de mediação, especialmente por meio de coalizões com outros poderes emergentes do acrônimo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS) e do Índia, Brasil e África do Sul (Ibas) para ampliar capacidade de influência em âmbitos de governança global. Este empenho corresponde a um substrato de poder brando da política externa brasileira. Este artigo analisa a presença do Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e aborda os posicionamentos brasileiros no tratamento de situações de crise e/ou conflito, o que envolve opções tais como: a negociação diplomática, a criação de comissões especiais, a aplicação de sanções, a criação de missões de paz, a intervenção militar. O ano de 2011 é destacado por constituir a primeira vez que o Brasil e seus parceiros do BRICS sentaram-se ao mesmo tempo no Conselho de Segurança da ONU. As posições brasileiras somaram-se às de seus parceiros emergentes para reforçar posturas que se contrapunham ao uso da “caixa de ferramentas” do internacionalismo liberal.
Resumo traduzido
BRICS and IBAS now represent a renewed source of international pressure, views, and resources, opening space for affirmative multilateralism and intra-South political coordination. Brazil, together with other emerging partners, has been dedicating special attention to the rule-making process of global governance agendas and institutions. While broadening and deepening the scope of their responsibilities and commitments to other developing countries, they have been crafting innovative forms of inter-state collaboration. The chance to sit together at the UNSC in 2011 as non-permanent members became a major opportunity to oppose the use of liberal internationalism toolkit. During this year, this group was able to share and reinforce the values and perspectives on world politics and security in an effort to strengthen a Southern critical appraisal of the post-cold war liberal peace concepts and prescriptions. Whereas western powers have downplayed the importance of reviewing its methods and procedures UNSC, the emerging powers have transmitted their special concern with the flaws of UN bureaucratic coordination, Brazil has become especially concerned with the question of legitimacy of the use of force in international intervention as well as the humanitarian impact of military action and the importance of solutions which sought equilibrium between peace, solidarity, sovereignty and sustainable development.“Assistance and cooperation, rather than coercion must be our watchwords”, have been Brazil’s pledge at the UNCS.
