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O Brasil emergente e os desafios da governança global : a paz liberal em questão

dc.contributor.authorHirst, Monica
dc.coverage.spatialBrasilpt_BR
dc.date.accessioned2016-04-28T18:14:56Z
dc.date.available2016-04-28T18:14:56Z
dc.date.issued2015-01
dc.date.portal2015-01
dc.description.abstractO Brasil constitui um poder emergente que tem procurado atuar como força de propulsão conducente a um mundo multipolar ancorado em um multilateralismo reconfigurado. O país atua como nova fonte de pressões, opiniões e recursos, que busca promover iniciativas políticas de mediação, especialmente por meio de coalizões com outros poderes emergentes do acrônimo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS) e do Índia, Brasil e África do Sul (Ibas) para ampliar capacidade de influência em âmbitos de governança global. Este empenho corresponde a um substrato de poder brando da política externa brasileira. Este artigo analisa a presença do Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e aborda os posicionamentos brasileiros no tratamento de situações de crise e/ou conflito, o que envolve opções tais como: a negociação diplomática, a criação de comissões especiais, a aplicação de sanções, a criação de missões de paz, a intervenção militar. O ano de 2011 é destacado por constituir a primeira vez que o Brasil e seus parceiros do BRICS sentaram-se ao mesmo tempo no Conselho de Segurança da ONU. As posições brasileiras somaram-se às de seus parceiros emergentes para reforçar posturas que se contrapunham ao uso da “caixa de ferramentas” do internacionalismo liberal.pt_BR
dc.description.abstractalternativeBRICS and IBAS now represent a renewed source of international pressure, views, and resources, opening space for affirmative multilateralism and intra-South political coordination. Brazil, together with other emerging partners, has been dedicating special attention to the rule-making process of global governance agendas and institutions. While broadening and deepening the scope of their responsibilities and commitments to other developing countries, they have been crafting innovative forms of inter-state collaboration. The chance to sit together at the UNSC in 2011 as non-permanent members became a major opportunity to oppose the use of liberal internationalism toolkit. During this year, this group was able to share and reinforce the values and perspectives on world politics and security in an effort to strengthen a Southern critical appraisal of the post-cold war liberal peace concepts and prescriptions. Whereas western powers have downplayed the importance of reviewing its methods and procedures UNSC, the emerging powers have transmitted their special concern with the flaws of UN bureaucratic coordination, Brazil has become especially concerned with the question of legitimacy of the use of force in international intervention as well as the humanitarian impact of military action and the importance of solutions which sought equilibrium between peace, solidarity, sovereignty and sustainable development.“Assistance and cooperation, rather than coercion must be our watchwords”, have been Brazil’s pledge at the UNCS.pt_BR
dc.description.otherArtigo publicado em: Tempo do Mundo: v. 1, n. 1, jan. 2015pt_BR
dc.description.otherp. 33-64pt_BR
dc.description.otherPossui referências bibliográficaspt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/6302
dc.language.isoporpt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.language.isospapt_BR
dc.location.countryBRpt_BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.relation.referenceshttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/6132pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.holderInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.rights.licenseÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.pt_BR
dc.rights.typeLicença Comumpt_BR
dc.subject.keywordPolítica externapt_BR
dc.subject.keywordPotências emergentespt_BR
dc.subject.keywordDireitos humanospt_BR
dc.subject.keywordGovernança globalpt_BR
dc.subject.keywordCooperação sul-sulpt_BR
dc.subject.keywordConselho de Segurança da Organização das Nações Unidaspt_BR
dc.subject.vcipeaRelações Internacionaispt_BR
dc.subject.vcipeaGovernabilidadept_BR
dc.subject.vcipeaDireitos Humanospt_BR
dc.titleO Brasil emergente e os desafios da governança global : a paz liberal em questãopt_BR
dc.title.alternativeEmerging Brasil and the challenges of global governancept_BR
dc.title.alternativeEl Brasil emergente y los desafíos de la gobernanza globalpt_BR
dc.typeJournal articlept_BR
dspace.entity.typePublication
ipea.classificationComércio Internacionalpt_BR
ipea.classificationRelações Internacionaispt_BR
relation.isJournalIssueOfPublicationff332501-6a43-4b7d-8f85-93f1468cd66e
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