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Por que a elasticidade-câmbio das importações é baixa no Brasil? Evidências a partir das desagregações das importações por categorias de uso

dc.contributor.authorSantos, Cláudio Hamilton Matos dos
dc.contributor.authorCieplinski, André Gaspar
dc.contributor.authorPimentel, Débora
dc.contributor.authorBhering, Gustavo
dc.coverage.spatialBrasilpt_BR
dc.date.accessioned2015-03-27T15:05:55Z
dc.date.available2015-03-27T15:05:55Z
dc.date.issued2015-03
dc.date.portal2015-03
dc.description.abstractAo contrário do que sugerem a teoria econômica tradicional e a sabedoria convencional de boa parte dos macroeconomistas brasileiros, estudos recentes indicam que a elasticidade-câmbio das importações nacionais é baixa. Este trabalho procura racionalizar o referido resultado revisitando as estimativas das importações do país desagregadas por categoria de uso. Os resultados reportados sugerem que a baixa elasticidade-câmbio das importações agregadas reflete fundamentalmente aquela das importações de combustíveis, bens intermediários e de alguns tipos de serviços – notadamente, transporte, aluguel de equipamentos e pagamentos de royalties – que respondem por pouco menos de dois terços do total importado. Isso ocorre porque vários desses produtos têm pouca ou nenhuma possibilidade de substituição por similares nacionais, devido principalmente a deficiências estruturais na oferta nacional.pt_BR
dc.description.abstractalternativeIn contrast to what both traditional economic theory and the conventional wisdom among most Brazilian macroeconomists would suggest, recent studies point to a low exchange rate elasticity of Brazilian imports. In this study we provide a rationale for this result by revisiting the behavior of imports disaggregated in seven different categories. According to the results reported in this paper, the low exchange rate elasticity of total imports reflects the low elasticities of intermediate goods, oil and fuel, and services such as transportation, royalties, and rents paid on machinery and equipment; which amount to about two thirds of aggregate Brazilian imports. We find that several of these imports have low or null possibility of substitution for national products, due to structural deficiencies in Brazilian productive capacity.pt_BR
dc.description.otherPossui referências bibliográficaspt_BR
dc.description.other34 p. : il.pt_BR
dc.description.otherSérie Monográfica: Texto para Discussão ; 2046pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3643
dc.language.isoporpt_BR
dc.location.countryBRpt_BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.holderInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.rights.licenseÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.pt_BR
dc.rights.typeLicença Comumpt_BR
dc.subject.keywordElasticidade-câmbio das importaçõespt_BR
dc.subject.keywordTaxa de câmbiopt_BR
dc.subject.keywordImportações desagregadaspt_BR
dc.subject.keywordCategorias de usopt_BR
dc.titlePor que a elasticidade-câmbio das importações é baixa no Brasil? Evidências a partir das desagregações das importações por categorias de usopt_BR
dc.title.alternativeTexto para Discussão (TD) 2046 : Por que a elasticidade-câmbio das importações é baixa no Brasil? Evidências a partir das desagregações das importações por categorias de usopt_BR
dc.typeWorking paperpt_BR
dspace.entity.typePublication
ipea.classificationEconomia. Desenvolvimento Econômicopt_BR

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