Publicação: Atuação dos controles interno e externo ao Executivo como condicionante da execução de investimento em infraestrutura no Brasil
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Brasil
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas
Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 2252 : Atuação dos controles interno e externo ao Executivo como condicionante da execução de investimento em infraestrutura no Brasil
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Neste Texto para Discussão, analisamos os controles internos e externos ao Poder Executivo enquanto condicionantes institucionais ao investimento em infraestrutura. Foram analisadas seis obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): usina termelétrica Candiota III; usina hidrelétrica Teles Pires; Bus Rapid Transit (BRT) do Distrito Federal, eixo sul; pavimentação da rodovia BR-163; ferrovia Transnordestina; e metrô da cidade de Salvador. Este estudo se insere em projeto mais amplo, desenvolvido pelo Ipea ao longo de 2015, com o objetivo de compreender os fatores de ordem institucional que constrangem e/ou viabilizam a execução de projetos de investimento em infraestrutura. Neste trabalho realizaram-se: i) levantamento e análise da literatura sobre o tema controle governamental; ii) entrevistas com atores-chave das instituições de controle; e iii) análise dos casos das obras definidas no âmbito do projeto. A principal conclusão é a de que são necessários mais controles, mas não mais do mesmo: precisamos de controles internos integrados à gestão; controles internos e externos que garantam a conformidade às leis, mas que tenham como preocupação central a efetividade da gestão pública; e controles externos articulados entre si em nível federativo (articulação entre tribunais de contas estaduais e entre estes e o Tribunal de Contas da União – TCU).
