Publicação: Os Grandes países periféricos na política externa brasileira
Carregando...
Arquivos
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
Titulo alternativo
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Banca de defesa
Resumo
Este artigo focaliza uma das dimensões da reconfiguração da política externa, aquela relacionada à formação de instâncias de coordenação de posições políticas em negociações internacionais com outros grandes países do Sul, os assim denominados Grandes Países Periféricos. Discuti-se os principais objetivos estratégicos e táticos da coordenação de posições negociadoras em fóruns globais com os grandes países periféricos para a política externa. Em seguida, analisa-se a formação de variadas coalizões iniciando com a questão da regulação do comércio no âmbito da Rodada Doha. Examina-se ainda a coordenação no campo financeiro com os países Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS), quer no Grupo dos 20 (G-20) financeiro, quer no Fundo Monetário Internacional (FMI). O artigo se encerra destacando o novo papel do Brasil e dos demais grandes periféricos na mudança das regras internacionais que lhes são desfavoráveis e sua contribuição para a institucionalização de novos procedimentos internacionais no comércio e nas finanças.
