Publicação: How to Move beyond the Impact Evaluation Trap? Setting up Comprehensive M&E Systems for Social Protection Programmes
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
eng
Cobertura espacial
Cobertura temporal
País
Brasil
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
International Policy Centre for Inclusive Growth
United Nations Development Programme
United Nations Development Programme
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
O texto e dados desta publicação podem ser reproduzidos desde que as fontes sejam citadas. Reproduções com fins comerciais são proibidas.
Titulo alternativo
Comment dépasser l'impasse de l'évaluation d'impact ? Instaurer des systèmes complets de suivi et d'évaluation à l'usage des programmes de protection sociale
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
“’It is tempting—but dangerous—to view M&E as having inherent value. The value of M&E does not come simply from conducting M&E or from having such information available’, but from “using the information to help improve government performance” (Mackay 2007). When set up appropriately, monitoring and evaluation (M&E) systems can support policymaking, performance budgeting and planning; help to manage activities; and enhance transparency and accountability. In the context of social protection programmes, M&E can play a critical role in improving programme design (including building synergies with other sectoral policies), solving problems in programme implementation and aiding decision-making (e.g. prioritising and budgeting), while also fostering the political and social support needed for scaling up from pilots to nationally owned programmes.”(…)
