Publicação: Impactos para o Brasil de um acordo de livre comércio com a Venezuela
Carregando...
Arquivos
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Brasil
Venezuela
Venezuela
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
Licença Comum: é permitida a reprodução deste texto, desde que obrigatoriamente citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são rigorosamente proibidas.
Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 521: Impactos para o Brasil de um acordo de livre comércio com a Venezuela, Impacts to Brazil of a free trade agreement with Venezuela
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Este estudo teve como objeto de pesquisa as relações comerciais mantidas entre Brasil e venezuela no período recente. O objetivo foi avaliar os ganhos de um possível acordo de livre comércio (ALC) entre eles, motivado pelas declarações dos presidentes dos dois países em março de 1996, constantes da Ata de Trujillo. Nesse sentido, os mercados importadores venezuelanos foram classificados em expansivos, decadentes e constantes (segundo suas taxas de crescimento), e foram cruzados com a mensuração das tendências dos fluxos de comércio internacional do Brasil e dos principais competidores externos. Os resultados mostraram que as assimetrias existentes entre os dois países poderiam ser atenuadas com a efetivação das recomendações contempladas na agenda de compromisso por eles firmada, o que resultaria em sinergias atraentes a um ALC. A existência de ganhos mútuos com o acordo, no entanto, só será reforçada com a expansão da renda e a diversificação produtiva desses países, para transformar as vantagens comparativas estáticas em vantagens comparativas dinâmicas, em concordância ao avanço das negociações no MERCOSUL (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e no GRAN (Colômbia, Bolívia, Peru, Equador e Venezuela).
