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A Desigualdade de renda no Brasil encontra-se subestimada ? Uma análise comparativa usando Pnad, POF e contas nacionais

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Resumo

Investiga se a desigualdade de renda no Brasil está subestimada devido às limitações de mensuração típicas de pesquisas domiciliares, com foco na PNAD, comparando-a a duas bases de natureza distinta: a POF (pesquisa domiciliar mais detalhada sobre renda/consumo) e o Sistema de Contas Nacionais (SCN). Os autores mostram que, embora a POF estime renda total familiar cerca de 26% maior que a PNAD, o grau de desigualdade medido (como o coeficiente de Gini) é praticamente idêntico entre ambas, sugerindo que a subestimação da renda ocorre tanto entre pobres quanto entre ricos, com forte incidência no décimo mais pobre. Ao contrastar pesquisas domiciliares com o SCN, identificam-se diferenças relevantes na composição das rendas (trabalho, ativos e transferências), mas simulações indicam que o impacto dessas discrepâncias sobre a desigualdade é relativamente pequeno (em geral entre 1% e 2% no pior cenário). Por fim, ao avaliar a evolução entre 2001 e 2003, o capítulo não encontra evidências de que a subestimação da renda na PNAD tenha provocado superestimação da queda recente da desigualdade; ao contrário, os resultados sugerem possível subestimação dessa queda.

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BARROS, Ricardo Paes de; CURY, Samir; ULYSSEA, Gabriel. A Desigualdade de renda no Brasil encontra-se subestimada? Uma análise comparativa usando Pnad, POF e contas nacionais. In: BARROS, Ricardo Paes de; FOGUEL, Miguel Nathan; ULYSSEA, Gabriel (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília: Ipea, 2006. v. 1, p. 237-273. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20022

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Notas

Contribuição de Samuel Franco e Amélio Melgaço, nas análises com base nos dados da Pnad e da POF e com a realização das simulações.

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Livro
Desigualdade de renda no Brasil : uma análise da queda recente : volume 1
(Ipea, 2006) Barros, Ricardo Paes de ; Foguel, Miguel Nathan ; Ulyssea, Gabriel ; Ricardo Paes de Barros; Miguel Nathan Foguel; Gabriel Ulyssea
Reúne estudos voltados para estimar a magnitude da queda recente na desigualdade e suas consequências sobre as condições de vida da população mais pobre; e aqueles cujo objetivo é identificar os principais fatores determinantes por trás desse movimento. Analisa, em detalhes, as transformações por que passaram os diversos tipos de transferências governamentais, principalmente as pensões e as aposentadorias, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Programa Bolsa Família (PBF). Trata dos fatores responsáveis pelas transformações na distribuição dos rendimentos do trabalho. Avalia o papel da educação e da experiência potencial dos trabalhadores no mercado de trabalho para a redução da desigualdade de renda. Trata do mercado de trabalho como gerador de desigualdade. A análise é centrada nos papéis desempenhados pela discriminação de gênero e de cor, bem como por três tipos de segmentação: setorial, formal-informal e espacial. Aborda os efeitos do salário mínimo sobre a desigualdade de renda por meio das remunerações pagas no mercado de trabalho, assim como das transferências governamentais a ele vinculadas, visando contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e, dessa forma, acelerar o processo de redução da extrema desigualdade de renda que ainda prevalece no País.

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