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Economic partnership agreements between the EU and the African, Caribbean and Pacific group of countries : new governance or new dependency?

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Os Acordos de parceria econômica entre a União Europeia e o grupo de países da África - Caribe - Pacífico : nova governança ou nova dependência

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Resumo

Durante muito tempo, a cooperação entre a União Europeia (UE) e os países da África – Caribe – Pacífico (ACP) foi considerada um modelo “progressivo” de parceria. No entanto, o Acordo de Cotonou (2000) marcou uma profunda mudança na relação entre estes parceiros, dado que impunha a implementação de um quadro com base no livre comércio e exigia que as relações entre as partes tivessem como base uma nova forma de governança. Muitos países da ACP questionam o uso do conceito de governança pela UE, considerando-o um instrumento de poder com o objetivo de estabelecer uma nova dependência centro (UE) – periferia (ACP) no contexto da globalização. Para examinar tal processo, o presente artigo analisa os interesses envolvidos nas negociações, a ação de legitimação da UE (a nova governança), a construção do discurso crítico (a nova dependência) e os efeitos deste confronto sobre a aplicação dos acordos.

Resumo traduzido

For a long time, the cooperation between the European Union (EU) and the African, Caribbean and Pacific Countries (ACP) has been considered a “progressive” model of partnership. However, the Cotonou Agreement (2000) marked a deep change in the relationship between them, since it imposed the implementation of a free-trade-based commercial framework, requiring relationships to be based on a new form of governance. Many ACP countries dispute the use of the concept of governance by the EU, considering it an instrument of power aiming to establish a new center (EU) – periphery (ACP) dependence in the context of globalization. To analyze this process, this paper reviews the stakes involved in negotiations, the action of legitimizing the EU (the new governance), the building of critical discourse (the new dependence) and the effects of this confrontation on the implementation of agreements.

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