Publicação:
Apresentação : Mercado de Trabalho n.24 – ago. 2004

Carregando...
Imagem de Miniatura

Paginação

Primeira página

iii

Última página

iv

Data de publicação

Data da Série

Data do evento

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

por

Cobertura espacial

Brasil

Cobertura temporal

País

BR

organization.page.location.country

Tipo de evento

Grau Acadêmico

Fonte original

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Acesso à informação

Acesso Aberto

Termos de uso

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

Titulo alternativo

item.page.organization.alternative

Variações no nome completo

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

item.page.organization.manager

Outras autorias

Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Banca de defesa

Resumo

Ao encerrar-se o primeiro semestre, o mercado de trabalho apresenta uma série de números que apontam para a superação de um processo de deterioração que, excetuando-se o ano de 2000, vem marcando sua evolução desde 1997. São números que, mesmo não representando indicações inequívocas de que tal processo tenha sido superado, sinalizam de forma promissora nessa direção. A partir da retomada clara do crescimento do nível de ocupação em março, esses sinais se estenderam à evolução da taxa de desemprego e também, ainda que de forma incipiente, aos indicadores de rendimentos. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, o primeiro semestre se encerrou com uma variação média de 2,3% do nível de ocupação sobre igual período de 2003, com a taxa de junho alcançando a expressiva cifra de 3,3%, na comparação com junho do ano passado. A taxa de desemprego apresentou quedas consideráveis em maio e junho, como resultado não apenas do dinamismo da ocupação, mas também em razão da diminuição na quantidade de pessoas à procura de trabalho, o que provocou um recuo, nesse indicador, de 1,3 ponto percentual em junho em relação ao observado no mesmo mês do ano passado. Por sua vez, a ligeira melhoria que os rendimentos médios reais vêm apresentando permitiu que a massa salarial real superasse em 2,9%, no final do semestre, os valores observados em junho de 2003. Quanto às perspectivas para os próximos meses, deve-se observar uma continuidade na atual evolução do nível de ocupação, incluindo a ampliação expressiva da quantidade de empregos com carteira, à medida que se confirmem as previsões de crescimento da economia para este ano (em torno de 3,5%) e se consolidem as expectativas otimistas para 2005. Isso fará com que a taxa de desemprego mantenha sua tendência de queda, a despeito de eventuais oscilações que possam ocorrer. Também os rendimentos reais devem consolidar sua trajetória de recuperação, dando um novo impulso ao aumento da massa salarial e contribuindo para que o mercado de consumo interno passe a funcionar também como um elemento dinamizador do crescimento da economia, ao lado das exportações e dos investimentos em formação de capital.

Resumo traduzido

organization.page.description

Sobre o pesquisador

Endereço de Email

ORCID

Lattes

Google Scholar ID

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave traduzidas

Citação

INSTITUTO DE PESQUISA ECONOMICA APLICADA. Apresentação. Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análise. Brasília, v. 09, n. 24, p. iii-iv, ago. 2004. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/18867

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final desta publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

organization.page.relation.references

Livros

Publicações

Faz parte da série

Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)

Volumes

Projetos de Pesquisa

Unidades Organizacionais

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais