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Os Governos subnacionais brasileiros no Mercosul : balanço, perspectivas e uma proposta de relançamento

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Resumo

A importância da integração regional para os governos subnacionais é observada desde a criação do Mercado Comum do Sul (Mercosul). O movimento municipalista de cunho internacional estreitou laços por meio da criação da Rede de Cidades do Mercosul (Mercocidades) em 1995. Quase dez anos depois, foi criado o Foro Consultivo de Municípios, Estados Federados, Províncias e Departamentos do Mercosul (FCCR). Ao longo do tempo, essa inserção internacional de governos subnacionais – conhecida por paradiplomacia – no entorno regional apresentou-se como um processo de idas e vindas, avanços e retrocessos. Se, por um lado, a Mercocidades se manteve ativa por ser uma organização autônoma sem vínculos formais com o Mercosul, por outro o FCCR tornou-se inoperante e, em 2019, passou a ser uma instância não permanente do bloco regional. Por que esses movimentos ocorreram? O artigo objetiva analisar o histórico das instituições de representação subnacional na região, procurando verificar o envolvimento de determinados entes federativos brasileiros – governos estaduais e municipais, além de associações de representação municipal – na Mercocidades e no FCCR. Tendo como base revisão bibliográfica, aplicação de questionários e realização de entrevistas, o artigo encerra apontando possibilidades de fortalecimento de internacionalização subnacional via Mercosul, incluindo o relançamento do FCCR.

Resumo traduzido

The importance of regional integration for subnational governments has been observed since the creation of the Southern Common Market (Mercosur). In 1995, the international municipalist movement strengthened ties through the creation of the Mercosur Cities Network (Mercocities). Nearly a decade later, the Mercosur Advisory Forum of Municipalities, States, Provinces, and Departments (FCCR) was established. Over time, the internationalization of subnational governments, known as paradiplomacy, into the regional sphere has been a process of back and forth, as well as advances and setbacks. On the one hand, Mercocities has remained active as an autonomous organization with no formal ties to Mercosur. On the other hand, the FCCR became inoperative and, in 2019, became a non-permanent body of the regional bloc. Why have these movements taken place? The article aims to analyze the background of subnational representation institutions in the region, seeking to verify the involvement of certain Brazilian federative entities – states and cities, including municipal representation associations – in Mercocities and the FCCR. Based on bibliographic review, questionnaires and interviews, the article concludes by pointing out possibilities for strengthening subnational internationalization through Mercosur, including FCCR’s revival.

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JUNQUEIRA, Cairo Gabriel Borges. Os Governos subnacionais brasileiros no Mercosul : balanço, perspectivas e uma proposta de relançamento. Boletim de Economia e Política Internacional. Relações internacionais de entes subnacionais. Brasília, DF: Ipea, n. 37, p. 139-157, set./dez. 2023. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/bepi37art8

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