Publicação: Sustentabilidade fiscal dos governos subnacionais no Brasil sob a ótica do custeio
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Titulo alternativo
Fiscal sustainability of subnational governments in Brazil by costing expenditures
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Resumo
Este artigo contribui com o debate sobre sustentabilidade fiscal, considerando uma restrição mais ativa para a condução da análise no nível dos governos subnacionais, ante a inocuidade do indicador de endividamento previsto na Resolução no 40/2001 do Senado Federal. Dados dos relatórios de gestão fiscal das prefeituras, do período compreendido entre 2008 e 2016, viabilizam a construção de séries temporais para um indicador de custeio dos governos e das prefeituras das capitais. Tais dados são examinados com aplicação de um modelo autorregressivo com limiar endógeno (TAR), constatando-se uma grave situação fiscal em dez das 27 Unidades da Federação (UFs) e em três das 26 capitais de estados do país. As estimativas dos testes de linearidade e estacionariedade global e parcial sugerem a existência de estabilização fiscal tardia e corroboram o argumento de que o processo de barganha pelo orçamento público é mais intenso nas esferas subnacionais. Ademais, explicita-se uma ameaça às metas de menor tolerância com o crescimento do gasto
público preconizadas na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e nas resoluções nos 40 e 43/2001 do Senado Federal.
Resumo traduzido
This paper contributes to the debate about fiscal sustainability considering a more active restriction to conduct the analysis at the level of subnational governments, given the innocuity of the debt indicator provided in Resolution no 40/2001 of the Brazilian Federal Senate. Data from the Fiscal Management Reports between 2008 and 2016 allows the construction of a time series indicator of costing of states and the main cities governments that are applied to an endogenous threshold autoregressive (TAR) model and show a critical fiscal situation in 10 of the 27 states and in 3 of the 26 capitals of the country. Estimates of the tests of linearity and global and partial stationarity suggests the existence of delayed fiscal stabilizations and support the argument that bargaining over the public budget is more intense in the smaller spheres of government. Furthermore, a threat to the goals of lesser tolerance with the growth of public spending established in the LRF and in Federal Senate Resolutions 40 and 43/2001 is made explicit.
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SIMONASSI, Andrei G.; GONDIM FILHO, Jurandir G. Sustentabilidade fiscal dos governos subnacionais no Brasil sob a ótica do custeio. Pesquisa e Planejamento Econômico, Brasília, v. 53, n. 02, p. 97-128, ago. 2023. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/ppe53n2art3
