Publicação: Inovação na indústria de alimentos no Brasil : identificação dos principais fatores determinantes
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Resumo
Analisa os determinantes da inovação na indústria de alimentos e bebidas no Brasil, em um contexto marcado pela abertura comercial, estabilidade macroeconômica e intensificação da concorrência nos anos 1990. Os autores discutem como fatores microeconômicos das firmas — como tamanho, produtividade, capital controlador, escolaridade dos trabalhadores e esforços em P&D —, combinados ao comportamento do consumidor interno, influenciam a adoção de inovações de produto e processo. A revisão de literatura evidencia que mudanças nos hábitos alimentares, maior exigência por qualidade e segurança, além da ampliação da renda da classe C, impulsionaram práticas inovativas. Utilizando dados da Pintec e modelos econométricos, o estudo demonstra que inovação no setor é predominantemente incremental e centrada em processos, especialmente entre firmas padronizadas ou de menor produtividade, enquanto as empresas que inovam e diferenciam produtos apresentam maior probabilidade de inovar e recorrer a cooperação. O trabalho também revela o papel estratégico da distribuição e da reestruturação do varejo, mostrando que aspectos logísticos e o crescimento do pequeno varejo influenciaram fortemente a competitividade das firmas domésticas frente às multinacionais. O capítulo conclui que o mercado interno exerce papel central para estimular a inovação no setor e que políticas públicas voltadas à renda, qualidade e acesso ao pequeno varejo podem fortalecer o dinamismo inovativo da indústria agroalimentar brasileira.
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CONCEIÇÃO, Júnia Cristina P. R. da; ALMEIDA, Mansueto. Inovação na indústria de alimentos no Brasil: identificação dos principais fatores determinantes. In: DE NEGRI, João Alberto; SALERNO, Mário Sérgio (org.). Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. Brasília, DF: Ipea, 2005. p. 599–652. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19976
