Publicação: A Ascensão do dólar e a resistência da libra : uma disputa político-diplomática
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Titulo alternativo
The Rise of the american dollar and the resistance of the pound sterling : a political and diplomatic struggle, La Subida del dólar estadounidense y la resistencia de la libra esterlina : una lucha política y diplomática
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Resumo
Ao final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos conduziram as negociações para a construção de uma nova ordem mundial e, ao longo desta, lograram definir sua moeda nacional como o padrão de referência internacional. Desde então, o dólar norte-americano permanece como a principal unidade de conta, veículo de liquidação e reserva de valor em âmbito global. O objetivo deste artigo é analisar, de um lado, o papel dos instrumentos político-diplomáticos dos Estados Unidos para determinação das bases que asseguraram a primazia do dólar no sistema internacional e, por outro, a estratégia de resistência britânica em defesa da libra esterlina. Há uma contraposição à visão convencional que acentua o peso das escolhas dos agentes de mercado e dos demais estados nacionais. Parte-se de uma releitura ampliada para o âmbito das relações internacionais da perspectiva teórica da moeda cartal, na qual o poder aparece ao centro das questões monetárias enquanto dimensão teórica relevante. Pretende-se mostrar que, conforme os Estados Unidos conseguiram, por meio da diplomacia e da própria guerra, expandir seu poder, ampliar suas áreas de dominação e moldar a arquitetura do sistema, consolidaram simultaneamente um território monetário internacional baseado em sua moeda.
Resumo traduzido
At the end of World War II, the United States negotiated a new monetary system and were able to set its national currency as the international reference standard. Since then, the dollar has remained the most important money of account, means of payment and reserve currency in the world. This study aims to investigate, in the context of the First and Second World Wars, the role of political and diplomatic instruments for the determination of the bases that have ensured the primacy of the dollar in the international system, on the one side; and the strategy of British resistance in defense of the pound sterling, on the other. The author opposes the conventional view which emphasizes the weight of the choices of market participants and the public authorities and presents an expanded reinterpretation of the perspective of cartal money in which power appears in the center of the monetary issues as important theoretical dimension. It intends to show that, as it managed to expand through diplomacy and war its power and areas of influence, the United States consolidated an international monetary territory based on its national currency.
