Publicação: Progressividade e sacrifício eqüitativo na tributação: o caso do Brasil
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Brasil
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1995-1996; 2002-2003
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 1188: Progressividade e sacrifício eqüitativo na tributação: o caso do Brasil, Progressivity and equal sacrifice in taxation: the case of Brazil
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Resumo
Combinando o princípio do sacrifício equitativo com a pressuposição de que a elasticidade da utilidade marginal em relação à renda é constante, mostra-se que existe uma equação não linear relacionando o tributo per capita e a renda per capita. Nessas condições, o valor daquela elasticidade determina se o tributo é progressivo ou regressivo. A equação correspondente é estimada para dados sobre tributos diretos e indiretos obtidos da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 1995-1996 e para dados sobre tributos diretos obtidos da POF de 2002-2003. Os tributos diretos são progressivos e os indiretos são regressivos, mas ambos mostram variação com a renda que é compatível com o princípio do sacrifício equitativo, particularmente quando se eliminam os estratos extremos (os mais pobres e os mais ricos). Quando se considera o total de tributos (diretos e indiretos) nos dados da POF de 1995-1996, verifica-se que eles são regressivos até o 95o percentil e são progressivos para os 5% mais ricos, o que não é compatível com a equação deduzida inicialmente.
Resumo traduzido
A non-linear equation relating tax and income per capita is derived from the principle of equal sacrifice and the assumption of constant elasticity of the marginal utility of income. The tax system is progressive if that elasticity is less than -1. Equations are estimated using data on direct and indirect taxes obtained from Brazilian family expenditure surveys of 1995-1996 and 2002-2003. Direct taxes are progressive and indirect taxes are regressive, but both have schedules that are compatible with the principle of equal sacrifice. Total taxes obtained from the 1995-1996 survey are regressive up to the 95th percentile and are progressive thereafter, a pattern that is not compatible with the previously derived equation.
