Publicação: Insuficiência alimentar nas grandes regiões urbanas brasileiras
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Brasil
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1995-1996
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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É permitida a reprodução deste texto, desde que obrigatoriamente citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são rigorosamente proibidas.
Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 884: Insuficiência alimentar nas grandes regiões urbanas brasileiras, Food insufficiency in large Brazilian urban regions
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Resumo
O texto apresenta as estimativas de insuficiência da disponibilidade calórica e dos gastos com alimentação das famílias das grandes regiões urbanas do país. Para tanto foram utilizadas, por um lado, as cestas normativas de alimentos da CEPAL, que atendem às recomendações nutricionais, especialmente as relativas ao consumo calórico. Por outro lado, valeu-se das informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), de 1995/1996, da quantidade consumida e dos gastos alimentares. Cotejando as despesas familiares e as quantidades consumidas com alimentos, nas onze regiões metropolitanas pesquisadas pela POF, com o custo de aquisição das cestas e com as recomendações calóricas mínimas em cada uma destas regiões, verificou-se que as famílias de menor renda encontram-se, em todas as áreas, em situação de risco nutricional. De fato, verificou-se que a insuficiência de disponibilidade calórica e a relativa aos gastos alimentares não estão apresentando relação direta. Observa-se em determinados estratos de renda, especificamente nos intermediários, insuficiência calórica do consumo físico ainda que os gastos superem o custo da cesta normativa. Em algumas regiões o consumo alimentar exibe comportamento peculiar diante do esperado, como nos casos de São Paulo, de Porto Alegre e do Rio de Janeiro. Nessas regiões, famílias com renda mensal de até oito salários mínimos apresentam disponibilidades calóricas inferiores às recomendações mínimas. Propõem-se algumas hipóteses explicativas para este fato, tais como a emulação do consumo das famílias de maior renda, a existência de redes de proteção sociais privadas e a importância do consumo alimentar institucional, seja na escola seja no local de trabalho.
Resumo traduzido
The text presents the estimative of insufficiency of the caloric availability and the expenditures with food of the families of the largest urban regions of the country. For this, the normative food baskets of CEPAL, which take care of the nutritional recommendations, especially that ones relative to the caloric consumption, had been used. Moreover, the information about the consumed quantity of food and the expenditure with these goods, presented on the Income and Expenditure Household Survey (Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF – 1995/1996), had been used. Comparing the familiar expenditures and the consumed quantities of food, in the eleven metropolitans regions searched into by the POF, the cost of acquisition of the baskets and the minimum caloric recommendations in each one of these regions, it was verified that the lower income families are in situation of nutritional risk, in all the areas. In fact, it was verified that the insufficiency of caloric availability and the insufficiency of the food expenditures do not present direct relation. It is observed in some strata of income, specifically in the intermediate ones, that there is caloric insufficiency of the physical consumption, although the expenditures surpass the cost of the normative basket. In some regions the food consumption shows peculiar behavior if compared to the expectation, as in the cases of São Paulo, Porto Alegre and Rio de Janeiro. In these areas, the families with monthly income of up to 8 minimum wages present lower availability of calories relative to the minimum recommendations. Some hypotheses are considered to explain the fact that the lower income families present a caloric insufficiency, as the emulation of the consumption of the families of higher income, the existence of private social networks of protection and the importance of the institutional food consumption, either in the school or the work place.
