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Trade integration and climate regulation in Latin America : regulatory profiles and provisions in trade agreements

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Integração comercial e regulação climática na América Latina : perfis regulatórios e provisões em acordos comerciais, Integración comercial y regulación climática en América Latina : perfiles regulatorios y disposiciones en acuerdos comerciales

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Abstract

This paper maps the climate regulatory fragmentation of 25 Latin American and Caribbean countries in international trade, combining climate measures notified to the World Trade Organization (WTO) through the Environmental Database (EDB) with climate provisions in trade agreements from the Trade and Environment Database (TREND) covering the period 2009 to 2021. A cluster analysis identifies four trade-climate insertion profiles: agro-forestry, agroindustrial, minerals, and fossil fuels. The countries whose exports are most sensitive to trading partners’ climate regulation are those that have incorporated the fewest climate commitments in their agreements, suggesting an asymmetry that conditions the prospects for South American regulatory convergence. Panel models with country fixed effects and a Mundlak decomposition show that the accumulation of trade agreements is positively associated with climate notification, but this association operates through the technical regulations channel (TBT), consistent with institutional diffusion through agreement networks, while the agricultural channel shows no association with trade integration and responds to external regulatory pressure. Countries integrated into value chains with regulated partners, particularly through Central America Free Trade Agreement-Dominican Republic (CAFTA-DR) and United States-Mexico-Canada Agreement (USMCA), adapt through the bilateral route, while Mercosur members operate through reactive adaptation independently of their agreements. The between-cluster share of variance in climate depth rose from 6% in 2009 to 60% in 2021, documenting a transition from relative homogeneity to mutually distant regulatory blocs structured along productive insertion, with implications for the debate on whether South American integration can build a coordinated climate agenda or each country will negotiate bilaterally with the European Union and the United States.

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Este artigo mapeia a fragmentação regulatória climática de 25 países da América Latina e do Caribe, combinando medidas climáticas notificadas à Organização Mundial do Comércio (OMC) pelo Environmental Database (EDB) com provisões climáticas em acordos comerciais do Trade and Environment Database (TREND) para 2009 a 2021. Uma análise de clusters identifica quatro perfis de inserção comércio-clima: agroflorestal, agroindustrial, minerais e combustíveis fósseis. Os países cujas exportações são mais sensíveis à regulação climática dos parceiros comerciais são aqueles que incorporaram menos compromissos climáticos em seus acordos, sugerindo uma assimetria que condiciona as perspectivas de convergência regulatória sul-americana. Modelos de painel com efeitos fixos de país e uma decomposição Mundlak mostram que o acúmulo de acordos comerciais está positivamente associado à notificação climática, mas essa associação opera pelo canal de regulamentos técnicos (TBT), consistente com difusão institucional via redes de acordos, enquanto o canal Agricultura não apresenta associação com integração comercial e responde à pressão regulatória externa. Países integrados em cadeias de valor com parceiros regulados, via Tratado de Livre Comércio da América Central e República Dominicana (Cafta-DR) e Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA), adaptam-se pela rota bilateral, enquanto membros do Mercosul operam por adaptação reativa. A parcela de variância entre clusters na profundidade climática subiu de 6% em 2009 para 60% em 2021, documentando a transição de homogeneidade relativa para blocos regulatórios mutuamente distantes, estruturados segundo a inserção produtiva, com implicações para o debate sobre se a integração sul-americana pode construir uma agenda climática coordenada ou se cada país negociará bilateralmente com a União Europeia e os Estados Unidos.
Este artículo mapea la fragmentación regulatoria climática de 25 países de América Latina y el Caribe, combinando medidas climáticas notificadas a la Organización Mundial del Comercio (OMC) a través del Environmental Database (EDB) con disposiciones climáticas en acuerdos comerciales del Trade and Environment Database (TREND) entre 2009 y 2021. Un análisis de conglomerados identifica cuatro perfiles de inserción comercio-clima: agroforestal, agroindustrial, minerales y combustibles fósiles. Los países cuyas exportaciones son más sensibles a la regulación climática de sus socios son los que menos compromisos climáticos incorporaron en sus acuerdos, revelando una asimetría que condiciona las perspectivas de convergencia regulatoria sudamericana. Modelos de panel con efectos fijos de país y una descomposición Mundlak muestran que la acumulación de acuerdos está positivamente asociada con la notificación climática, pero opera a través del canal de reglamentos técnicos (OTC), consistente con difusión institucional vía redes de acuerdos, mientras que el canal Agricultura no presenta asociación con la integración comercial y responde a presión regulatoria externa. Países integrados en cadenas de valor con socios regulados, vía Tratado de Libre Comercio de Centroamérica y República Dominicana (Cafta-DR) y Tratado de Libre Comercio entre Estados Unidos, México y Canadá (USMCA), se adaptan por la ruta bilateral, mientras que los miembros del Mercosur operan por adaptación reactiva. La varianza entre conglomerados en la profundidad climática pasó de 6% en 2009 a 60% en 2021, documentando la transición a bloques regulatorios mutuamente distantes según la inserción productiva, con implicaciones para el debate sobre si la integración sudamericana puede construir una agenda climática coordinada o cada país negociará bilateralmente con la Unión Europea y los Estados Unidos.

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Regulação climática, Acordos comerciais, Medidas não tarifárias, Regulación climática, Acuerdos comerciales, Medidas no arancelarias, Integración regional
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F13 Trade Policy - International Trade Organizations
Q56 Environment and Development - Environment and Trade - Sustainability - Environmental Accounts and Accounting - Environmental Equity - Population Growth
F15 Economic Integration
Q54 Climate - Natural Disasters and Their Management - Global Warming

Citation

MARTINS, Michelle Márcia Viana; CARVALHO, Patrícia Nasser de. Trade integration and climate regulation in Latin America: regulatory profiles and provisions in trade agreements. Revista Tempo do Mundo. Brasília, n. 40, p. 167-203, abr. 2026. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm40art6

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