Publicação: Cenários demográficos regionais até 2005
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Brasil
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1980-2005
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Textos para Discussão Interna (TD) 146: Cenários demográficos regionais até 2005, Regional demographic scenarios by 2005
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Resumo
São construídos cenários demográficos regionais até o ano 2005, baseando-se em tendências dos componentes da dinâmica demográfica extraídas de informações e da PNAD 84. Utiliza-se o método das componentes para construir os cenários, enfatizando-se a importância das migrações internas na redistribuição regional da população e as dificuldades em simular essa componente. Os dados da PNAD 84 confirmam a tendência da fecundidade em todas as regiões, conforme observado nos resultados do censo de 1980, e os cenários resultam, consequentemente, da formulação da hipótese de que essa variável continuará a tendência de declínio. Tendo em vista a sua importância no processo demográfico, adotaram-se duas trajetórias hipotéticas para essa variável e apenas uma para a mortalidade e para as migrações internas. Denomina-se cenários de trabalho aquele que resulta de trajetória futura da fecundidade com um declínio compatível com a sua evolução nos últimos 15 anos e em observação histórica e internacional das tendências dessa variável. Denominou-se centário baixo, aquele que assume um declínio significativamente rápido da fecundidade, envolvendo, implicitamente, a ideia de que as famílias exercerão contínuo e crescente controle da reprodução. Os exercícios demonstram a importância e a influência da fecundidade na conformação da trajetória da população nacional e regional. Estima-se que a população brasileira no ano 2005 deverá constituir-se de 189 e 208 milhões de pessoas, isto é, será acrescida, durante os vinte e cinco anos posteriores a 1980, de pelo menos 69 milhões de pessoas, portanto, mais da metade do contingente recenseado no censo de 1980. Também simula-se cenários na ausência de migrações interregionais. Observa-se que esse processo exerce influência marcante na configuração dos cenários demográficos de cada região, implicando principalmente uma perda migratória de 17 milhões de pessoas no Nordeste durante o período. Caso não ocorram esses fluxos emigratórios, as pressões demográficas nessa região serão significativamente maiores do que a prevista no cenário denominado de trabalho. Em síntese, o trabalho apresenta simulações demográficas regionais até o ano de 2005, como uma forma pedagógica de chamar a atenção sobre a necessidade de os planejadores apoiarem seus trabalhos em estudos dessa natureza. Adverte-se, no entanto, a necessidade em formular exercícios semelhantes para horizontes mais distantes, na medida em que o processo é contínuo e está distante de encontrar uma estabilização.
