Publicação: Agências de classificação de risco de crédito : uma análise da qualidade do rating soberano e de seus determinantes
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2016-09-24
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Resumo
As três maiores agências de classificação de risco (S&P, Moody’s e Fitch) respondem por 96,6% do mercado e são amplamente utilizadas por investidores particulares e institucionais em seus processos de tomada de decisão. Não só os critérios – econômicos, institucionais, fiscais e externos – variam, como também os pesos atribuídos por cada uma em suas análises, principalmente após a crise financeira internacional de 2008. O presente trabalho detalha as métricas adotadas por cada CRA, avalia suas semelhanças e diferenças e verifica, a partir das notas metodológicas e de todo o histórico das notas emitidas pelas próprias agências para 200 soberanos, de 1941 a 2014, que a S&P é, em média, a primeira a reconhecer defaults e rebaixar a Grau Especulativo, enquanto a Fitch usualmente é a primeira a atribuir Grau de Investimento, e a Moody’s a que menos altera suas notas emitidas. Utilizando modelo OLS e os critérios adotados pelas próprias agências, identificou-se também que 12 variáveis respondem por mais de 90% dos ratings soberanos de qualquer uma das três CRAs, considerando a média do período de 15 anos, numa análise que procurou refletir a abordagem through-the-cycle utilizada por elas.
Resumo traduzido
The Big Three credit rating agencies (S&P, Moody’s and Fitch) account for 96.6% of the market and are largely used by investors in their decisions. They have historically used different criteria to evaluate economic, institutional, fiscal and external variables, and have weighted them differently. Those differences became more explicit after the 2008 financial crises. This work describes CRA’s metrics, similarities and differences. By analyzing ratings assigned for 200 sovereigns, from 1941 until 2014, it was possible to conclude that S&P is the first to recognize defaults and downgrade to Speculative Grade, on average; while Fitch is usually the first to assign Investment Grade; and Moody’s, the most constant in its rating evaluations. Applying OLS model and criteria assumed by CRAs, this work found out that 12 variables account for more than 90% of sovereign ratings, for any of the Big Three, considering the average period of 15 years, on a through-the-cycle approach.
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Credit Rating Agency, Sovereign Rating, Investment Grade
JEL
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YAMANARI, Cristina Yue. Agências de classificação de risco de crédito: uma análise da qualidade do rating soberano e de seus determinantes. 2016. 175 f. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento) – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Brasília, 2016.
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