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Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.17 – out. 2001

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Abstract

Após ter iniciado o ano alimentando expectativas francamente favoráveis, em função do seu desempenho em 2000 e das boas perspectivas que a economia apresentava naquele momento, o mercado de trabalho não resistiu à mudança do cenário macroeconômico que começou a se delinear no mês de abril e cristalizou-se nos meses seguintes. De fato, na esteira do dinamismo iniciado no segundo semestre de 1999, e que prosseguiu ao longo do ano passado, o elevado ritmo da atividade econômica levou a um crescimento do PIB da ordem de 4,5% no primeiro trimestre de 2001 (sobre igual período de 2000), quando passou, então, a ocorrer uma reversão desse quadro: no trimestre seguinte essa taxa recuou para 1,8%, chegando a próximo de zero no terceiro trimestre (cerca de 0,3%). Dessa forma, o nível de ocupação nas seis maiores regiões metropolitanas, acompanhando a reversão observada nos indicadores da atividade econômica, também apresentou, segundo a PME/IBGE, um quadro de relativa estagnação a partir do mês de junho, particularmente entre agosto e outubro, quando houve uma estabilização do número de postos de trabalho (em torno de 17.260 mil).

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INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Análise do mercado de trabalho. Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análise. Brasília, v. 06, n. 17, p. 15-18, out. 2001. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/18882

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