Publicação:
Os impactos desiguais do congestionamento urbano no acesso a empregos

dc.contributor.authorTomasiello, Diego Bogado
dc.contributor.authorPereira, Rafael Henrique Moraes
dc.contributor.authorNadalin, Vanessa Gapriotti
dc.coverage.spatialBrasilpt_BR
dc.date.accessioned2023-09-21T14:05:42Z
dc.date.available2023-09-21T14:05:42Z
dc.date.issued2023-09
dc.date.portal2023-09
dc.description.abstractO congestionamento é um problema persistente em grandes metrópoles e cada vez mais comum em médias e grandes cidades. Diversas pesquisas analisam os efeitos negativos dos congestionamentos em termos de perda de produtividade econômica, aumento da poluição ambiental, e efeitos negativos sobre a saúde da população. No entanto, menos atenção tem sido dada aos impactos dos congestionamentos sobre a facilidade de a população acessar oportunidades de emprego, e quais os grupos de renda mais afetados. Este estudo estima os impactos do congestionamento no acesso a oportunidades de empregos nas vinte maiores cidades do Brasil, e analisa como eles se distribuem espacialmente e entre pessoas de diferentes níveis de renda. O estudo compara o número de empregos acessíveis por automóvel num intervalo de 15 a 45 minutos de viagem no período do pico da manhã e em fluxo livre com base em informações históricas sobre a velocidade do tráfego a partir de dados de GPS em alta resolução. Os resultados mostram que os municípios de São Paulo (São Paulo), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) e Brasília (Distrito Federal) têm os maiores níveis de congestionamento, causando uma redução da quantidade média de empregos acessíveis entre 40,7% e 24,6%. Enquanto isso, os municípios de Goiânia (Goiás), Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e São Gonçalo (Rio de Janeiro) são os menos impactados pelos congestionamentos (redução entre 3,2% e 0,6% de acessibilidade). A população de baixa renda tende a ser a mais prejudicada, chegando a ter uma queda de mais de 50,0% da quantidade de empregos acessíveis no período de pico comparado ao fluxo livre. Os resultados do estudo suscitam algumas implicações para políticas públicas para redução das desigualdades dos impactos dos congestionamentos no acesso a oportunidades de emprego, podendo a auxiliar na elaboração/reformulação de planos municipais de mobilidade urbana, moradia e uso do solo.pt_BR
dc.description.abstractalternativeTraffic congestion is a persistent problem in large metropolises and increasingly common in medium and large cities. Several studies have analyzed the negative effects of congestion in terms of economic productivity loss, increased environmental pollution, and negative health consequences. However, less attention has been given to the impact of congestion on the population’s ease of accessing job opportunities, and which income groups are most affected by congestion. This study estimates the impacts of congestion on access to job opportunities in the twenty largest cities in Brazil and examines how people of different income levels and neighborhoods are impacted by congestion. The study compares the number of jobs accessible by car within a 15 to 45 minute travel time interval during the morning peak period and in free-flowing traffic, based on historical information about traffic speeds from high-resolution GPS data. The results show that the municipalities of São Paulo (São Paulo), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), and Brasília (Distrito Federal) have the highest levels of congestion, causing an average reduction in the number of accessible jobs between 40.7% and 24.6%. Meanwhile, the municipalities of Goiânia (Goiás), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), and São Gonçalo (Rio de Janeiro) are the least impacted by congestion (with a reduction between 3.2% and 0.6% in job accessibility). People with low income tend to be the most affected, experiencing a decrease of more than 50.0% in the number of accessible jobs during peak time compared to free-flowing traffic. The results raise implications for policies aimed at reducing the inequalities in the impacts of congestion on access to job opportunities, and can inform municipal transportation, housing, and land-use plans.pt_BR
dc.description.other42 p. : il.pt_BR
dc.description.otherSérie monográfica: Texto para Discussão ; 2922pt_BR
dc.description.otherPossui referências bibliográficas;pt_BR
dc.description.otherPossui apêndicept_BR
dc.identifier.citationTOMASIELLO, Diego Bogado; PEREIRA, Rafael H. M.; NADALIN, Vanessa Gapriotti. Os impactos desiguais do congestionamento urbano no acesso a empregos. Rio de Janeiro: Ipea, set. 2023. 42 p. : il. (Texto para Discussão, n. 2922). DOI: http:// dx.doi.org/10.38116/td2922-port.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/12372
dc.language.isoporpt_BR
dc.location.countryBRpt_BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.holderInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.rights.licenseÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.pt_BR
dc.rights.typeLicença Comumpt_BR
dc.subject.keywordTransporte urbanopt_BR
dc.subject.keywordAcessibilidade urbanapt_BR
dc.subject.keywordCongestionamentopt_BR
dc.subject.keywordAcesso a empregospt_BR
dc.subject.keywordDesigualdadespt_BR
dc.subject.vcipeaTransporte Urbanopt_BR
dc.subject.vcipeaEmpregopt_BR
dc.titleOs impactos desiguais do congestionamento urbano no acesso a empregospt_BR
dc.title.alternativeTexto para Discussão (TD) 2922 : Os impactos desiguais do congestionamento urbano no acesso a empregospt_BR
dc.typeWorking paperpt_BR
dspace.entity.typePublication
ipea.classificationEmprego. Trabalhopt_BR
ipea.classificationTransportespt_BR

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