Publicação: Metodologias para levantamento quantitativo sobre difusão das novas tecnologias no processo de trabalho
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 277: Metodologias para levantamento quantitativo sobre difusão das novas tecnologias no processo de trabalho, Methodologies for quantitative survey on diffusion of new technologies in the work process
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Resumo
A importância de se ter dados quantitativos sobre processo de trabalho se faz sentir com grande agudez, nos últimos anos, à medida mesmo que foram se acumulando um grande número de monografias e estudos de casos de excelente nível na produção científica brasileira. Essa relativa limitação metodológica, para um conteúdo tão rico e variado, só toca as informações relativas a organização do trabalho e processo de trabalho, pois quando se trata de análises sobre mercado de trabalho e emprego, há abundantes dados estatísticos coletados por organismos como o IBGE e o SEADE. Impõe-se o trabalho, objeto de pesquisa sobre o qual é essencial ter um conhecimento multidisciplinar, a prática da interdisciplinaridade e o uso de metodologias diversas, quantitativas e qualitativas. Esse projeto de abrir o debate, entre especialistas do processo de trabalho e do emprego, acerca de metodologias de pesquisas censitária sobre novas tecnologias e processo de trabalho, organização e condições de trabalho, partiu, portanto, da constatação dessa lacuna, que tem consequências negativas, ao mesmo tempo teóricas e práticas. A medida que a tendência observada é a de fazer generalizações abusivas, infelizmente frenquentes, verifica-se a emergência de um novo paradigma de produção industrial alternativo à produção de massa fordista, sem nenhum fundamento empírico. No plano prático, em virtude de não se ter uma idéia, sequer aproximada, em termos de cifras, de tecnologias em uso hoje na indústria brasileira e os trabalhadores nela envolvidos - tipos de organização do trabalho prevalecentes e características das condições de trabalho em vigor - a elaboração de políticas públicas (e privadas), nesse contexto, se faz sem conhecimento prévio das características tecnológicas e de organização industrial atualmente existentes no Brasil.
