Publicação: Serviços e informalidade: o comércio ambulante no Rio de Janeiro
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Região metropolitana do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Brasil)
Cobertura temporal
1986-1996
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 773: Serviços e informalidade: o comércio ambulante no Rio de Janeiro, Services and informality: the itinerant trade in Rio de Janeiro
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Resumo
O trabalho demonstra que, para os anos 90, o avanço das atividades ligadas à economia informal não se apresenta mais como fenômeno transitório na sociedade brasileira, mas como fato comprovado empiricamente para as principais regiões metropolitanas. Analisando o comércio ambulante, fica nítida a tendência da economia do Rio de Janeiro de continuar sofrendo um lento processo de esvaziamento econômico: a população economicamente ativa (PEA) e a população ocupada (PO) regional tiveram as menores taxas de expansão de todas as regiões metropolitanas, enquanto a participação dos ambulantes teve crescimento positivo. A relação destes últimos com a PEA apresenta a segunda trajetória mais expressiva da economia metropolitana nacional. Assim, pode-se concluir que o Rio de Janeiro se mantém na rota de precarização das relações de trabalho. O artigo analisa ainda o perfil dos ambulantes metropolitanos do Grande Rio, segundo sexo, idade, escolaridade, posição na família e rendimentos.
Resumo traduzido
The work shows that in the 90s the growth of activities linked to the informal economy has become a lasting feature of Brazilian society; this fact is empirically verified for the main metropolitan regions. Analysing the case of street peddlers, the trend of the Rio de Janeiro economy towards a slow depletion process becomes clear: the economically active population (PEA) as well as the regional work force had the smallest growth rates of all metropolitan regions, while the share engaged in street peddling had positive growth. The street peddlers/PEA ratio of Rio had the second largest growth rate of all Brazilian metropolitan regions. One may concludes that Rio de Janeiro keeps moving towards increasingly precarious work relationships. The paper also analyses the profile of street peddlers of Greater Rio according to gender, age, schooling and familiar status, revenues.
