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Desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil, de 1995 a 2005

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1995 - 2005

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BR

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Resumo

Analisa a evolução da desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil entre 1995 e 2005, evidenciando que a queda observada nos anos 2000 decorre de mudanças estruturais tanto no mercado de trabalho quanto na composição da força de trabalho. Lauro Ramos mostra que, após um período de aumento da dispersão salarial nos anos 1990, especialmente favorecendo trabalhadores mais escolarizados, o país passou a registrar redução consistente da desigualdade a partir de 2001. Esse movimento está associado à valorização dos rendimentos dos trabalhadores menos qualificados, à expansão educacional das novas gerações e à contração dos diferenciais salariais entre níveis de instrução. O capítulo detalha fontes de dispersão salarial — como escolaridade, experiência, ocupação, setor de atividade e localização — e demonstra que a educação continua sendo o principal fator explicativo da desigualdade, embora sua importância relativa tenha diminuído com o rápido avanço da escolarização média no período. Ao final, Ramos argumenta que o progresso educacional acelerado, aliado a melhorias no mercado de trabalho, foi decisivo para a queda da desigualdade de rendimentos, antecipando transformações que seriam aprofundadas nos anos seguintes.

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JEL

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RAMOS, Lauro. Desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil, de 1995 a 2005. In: BARROS, Ricardo Paes de; FOGUEL, Miguel Nathan; ULYSSEA, Gabriel (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília: Ipea, 2007. v. 2. p. 267-284. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20049

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Desigualdade de renda no Brasil : uma análise da queda recente : volume 2
(Ipea, 2007) Barros, Ricardo Paes de; Foguel, Miguel Nathan; Ulyssea, Gabriel; Ricardo Paes de Barros; Miguel Nathan Foguel; Gabriel Ulyssea
Reúne estudos voltados para estimar a magnitude da queda recente na desigualdade e suas consequências sobre as condições de vida da população mais pobre; e aqueles cujo objetivo é identificar os principais fatores determinantes por trás desse movimento. Analisa, em detalhes, as transformações por que passaram os diversos tipos de transferências governamentais, principalmente as pensões e as aposentadorias, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Programa Bolsa Família (PBF). Trata dos fatores responsáveis pelas transformações na distribuição dos rendimentos do trabalho. Avalia o papel da educação e da experiência potencial dos trabalhadores no mercado de trabalho para a redução da desigualdade de renda. Trata do mercado de trabalho como gerador de desigualdade. A análise é centrada nos papéis desempenhados pela discriminação de gênero e de cor, bem como por três tipos de segmentação: setorial, formal-informal e espacial. Aborda os efeitos do salário mínimo sobre a desigualdade de renda por meio das remunerações pagas no mercado de trabalho, assim como das transferências governamentais a ele vinculadas, visando contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e, dessa forma, acelerar o processo de redução da extrema desigualdade de renda que ainda prevalece no País.

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