Publicação: Mercado engessado
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
Titulo alternativo
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Banca de defesa
Resumo
Apesar da melhoria no ambiente de negócios no Brasil, evidenciada pelo controle da inflação e por medidas como a aprovação da Lei das Falências e a Reforma do Judiciário, o mercado de capitais brasileiro permanece subdesenvolvido, limitando a capacidade das empresas de financiar projetos de longo prazo. A falta de espaço para títulos de renda variável e a ausência de instrumentos como debêntures no mercado de capitais dificultam o acesso a recursos a custos mais baixos do que o crédito bancário. Embora o país seja líder em tecnologia de biocombustíveis, a estagnação do mercado de capitais contribui para um crescimento econômico inconsistente, evidenciado pela projeção de um crescimento de 2% a 3% do PIB em 2005, abaixo da média mundial. As estatísticas revelam a debilidade do mercado de capitais brasileiro em comparação com outros países em desenvolvimento, com o valor total de títulos representando apenas 0,6% do PIB em 2004. A predominância de títulos da dívida pública contribui para manter elevadas as taxas de juros, prejudicando as empresas que dependem do crédito bancário de curto prazo. A falta de recursos de longo prazo provenientes do mercado de capitais dificulta o crescimento sustentado das empresas brasileiras, destacando a necessidade de reformas para impulsionar o setor e diversificar as fontes de financiamento.
