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Adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, exportações e investimentos : uma análise exploratória

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Accession to the Organisation for Economic Cooperation and Development, exports and investments : an exploratory analysis, Adhesión a la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos, exportaciones e inversiones : un análisis exploratorio

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Resumo

Desde 2017, o governo brasileiro estabeleceu como objetivo a adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma instituição formada por 36 países membros que buscam discutir, difundir e alinhar melhores práticas em termos de governança e políticas públicas. A OCDE tem se expandido em anos recentes, tendo incluído dez países desde a década de 1990. É natural que haja interesse em conhecer os possíveis impactos dessa adesão sobre o desempenho econômico dos países. A literatura recente sobre cadeias globais de valor (CGVs) sugere que aspectos extratarifários que têm sido crescentemente incorporados a acordos comerciais tem beneficiado o crescimento dessas cadeias de valor. Neste artigo, utilizando técnicas econométricas diversas, fazemos uma análise exploratória do desempenho das exportações e dos investimentos estrangeiros diretos desses países, em comparação com o desempenho dos países que não aderiram à instituição. Encontramos efeitos significativos, ainda que modestos, sobre ambas as variáveis. Tendo em vista o grau de agregação, preferimos interpretar esses resultados como correlação, e não causalidade. De todo modo, o impacto limitado sugere que ganhos mais substanciais em termos de crescimento e exportações para uma economia como a brasileira requerem medidas de aprofundamento da integração em diversas dimensões, em particular na área de bens e serviços.

Resumo traduzido

The Brazilian government has set, in 2017, the goal of joining Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD), an institution formed by 36 member countries that seek to discuss, disseminate, and align best practices in terms of public policies and governance. The OECD has expanded in recent years, including ten countries since the 1990s. The prospects of Brazil joining the OECD have sparked an interest from policy makers and even the public to know the possible economic impacts of becoming a member country. For example, recent literature on global value chains suggests that non-tariff related measures, such as the one practiced by OECD members, have been increasingly incorporated into trade agreements and have benefited the growth of these value chains. In this article, using different econometric techniques, we make an exploratory analysis of the performance of exports and foreign direct investments of countries that joined the OECD after the 1990s. We also compared their trade and FDI performance with the performance of countries that have not joined the organization. We found significant, albeit modest, effects on both variables. Considering the level of aggregation of the available data for this analysis, we prefer to interpret these results as correlation, not causality. In any case, the limited impact suggests that more substantial gains in terms of FDI and exports growth to Brazil would require the adoption of measures to deepen the integration of the Brazilian economy to global value chains in several dimensions, particularly in goods and services.

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JEL

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REIS, José Guilherme; SOARES, André. Adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, exportações e investimentos: uma análise exploratória. Revista Tempo do Mundo, Brasília, n. 25, p. 70-91, abr. 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm25art3

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