Publication:
Davi x Golias - uma análise do perfil inovador das empresas de pequeno porte

Loading...
Thumbnail Image

item.page.format.extent

item.page.description.firstpage

item.page.description.lastpage

Publication data

item.page.date.series

item.page.date.event

item.page.organization.date

item.page.date.submitted

item.page.project.date

item.page.description.edition

Language

por

item.page.coverage.spatial

item.page.coverage.temporal

item.page.location.country

BR

organization.page.location.country

item.page.type.events

item.page.type

item.page.degree.level

item.page.source.urlsource

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Copyright Holder

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Access to Information

Acesso Aberto

Terms of Use

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

item.page.title.alternative

item.page.organization.alternative

item.page.name.variant

Advisor

item.page.contributor.editor

item.page.contributor.thesiscommitee

item.page.contributor.organizer

item.page.contributor.coordinator

item.page.contributor.other

item.page.relation.ispartofseries

Speaker / Moderator / Discussant

Abstract

Este artigo discorre sobre o perfil inovador das empresas industriais brasileiras segundo seu porte, de acordo com a classificação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que estratifica as empresas industriais em: . micro: até dezenove funcionários; pequena: de vinte a 99 funcionários; média: de cem a 499 funcionários; e grande: quinhentos ou mais funcionários. Nessa análise, os grupos já referidos foram agregados em micro e pequenas empresas (MPEs), entre dez e 99 empregados, e médias e grandes empresas (MGEs), com cem ou mais funcionários. O tamanho mínimo utilizado (dez funcionários) decorre do desenho da base de dados disponível: a Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2010). Este texto levanta, ainda, a hipótese de que a distribuição setorial de pequenas e grandes empresas não é homogênea; portanto, seu esforço tecnológico agregado reflete, na verdade, diferenças relacionadas a esta composição setorial. Considera-se ainda que – em setores de maior intensidade tecnológica – o desempenho inovador das empresas de diferentes portes assemelha-se, de maneira diversa do que ocorreria em segmentos de baixa tecnologia. Esta suposição se origina do fato de que nos setores de alta tecnologia as MPEs objetivam, por meio de diferenciação, nichos e oportunidades tecnológicas para obterem acesso ao mercado, ao passo que nos segmentos de menor intensidade tecnológica há menor possibilidade de diversificação de produtos e os processos inovativos das MPEs tendem a limitarem-se à melhoria técnica de seu parque fabril.

item.page.description.abstractalternative

organization.page.description

person.page.description

Email Address

person.page.identifier.orcid

person.page.identifier.lattes

person.page.identifier.gsid

person.page.identifier.rid

person.page.identifier.scopus-author-id

project.page.project.description

project.page.project.productdescription

item.page.subject.vcipea

item.page.subject.otherlanguages

Citation

item.page.description.version

Description

item.page.description.series

item.page.relation.replaces

Final version of this publication

organization.page.relation.references

Book Chapter

Primary Version

Events

News

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais