Publication:
Simplificação nas compras públicas das empresas estatais : uma proposta legislativa a partir da análise comparativa de regimes jurídicos mais recentes

Loading...
Thumbnail Image

item.page.format.extent

116

item.page.description.firstpage

item.page.description.lastpage

Publication data

item.page.date.series

item.page.date.event

item.page.organization.date

item.page.date.submitted

2026-05-14

item.page.project.date

item.page.description.edition

Language

por

item.page.coverage.spatial

Brasil

item.page.coverage.temporal

item.page.location.country

BR

organization.page.location.country

item.page.type.events

item.page.type

item.page.degree.level

Mestrado

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Copyright Holder

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Access to Information

Acesso Aberto

Terms of Use

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

item.page.title.alternative

item.page.organization.alternative

item.page.name.variant

item.page.contributor.author

item.page.contributor.editor

item.page.contributor.organizer

item.page.contributor.coordinator

Speaker / Moderator / Discussant

Abstract

Desde a edição da Lei n.º 13.303/2016 (Lei das Estatais), que instituiu o regime jurídico das licitações e contratos das empresas estatais, o contexto normativo das compras públicas no Brasil passou por transformações relevantes, destacando-se a publicação da Lei n.º 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos – NLLC), e a edição das Leis n.º 13.979/2020 e n.º 14.981/2024, que introduziram soluções mais simples, especialmente em contextos de excepcionalidade, como o enfrentamento da pandemia da Covid-19 e situações de calamidade pública decorrentes de eventos climáticos extremos. Em contraste, a disciplina aplicável especificamente às empresas estatais permaneceu inalterada desde 2016. Além disso, embora a Lei das Estatais reconheça a competência dessas entidades para regulamentarem internamente aspectos de suas contratações, esse espaço normativo é limitado, uma vez que os regulamentos internos não podem inovar a ordem jurídica nem afastar exigências e restrições previstas em lei. Nesse contexto, ainda que nem toda convergência com a NLLC se revele desejável, a manutenção de regras mais rígidas ou restritivas para empresas estatais em hipóteses materialmente equivalentes compromete a coerência e a racionalidade do sistema de compras públicas. Esse cenário evidencia um descompasso em relação à lógica que motivou a criação de um regime jurídico próprio para as estatais, originalmente concebido para conferir maior flexibilidade, eficiência e capacidade de adaptação à sua atuação, sobretudo às empresas inseridas em ambiente concorrencial. O problema que orienta este estudo consiste exatamente na constatação de que essas empresas se submetem, em certos pontos, a regras mais rígidas e restritivas do que aquelas previstas em regimes mais recentes, mesmo em hipóteses materialmente equivalentes. Diante disso, o trabalho tem como finalidade propor uma revisão pontual da Lei das Estatais, orientada pelo seguinte critério de simplificação: a incorporação, ao regime das estatais, de previsões já adotadas em outros marcos legais em situações equivalentes, desde que estabeleçam parâmetros menos rígidos ou menos restritivos. O estudo foi desenvolvido como projeto de intervenção. Sob o ponto de vista metodológico, a pesquisa se caracteriza como de natureza aplicada, de abordagem qualitativa e, quanto aos objetivos, exploratória. Quanto aos procedimentos, foram combinadas a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental, além da pesquisa do tipo survey. Espera-se que a proposta contribua para o aperfeiçoamento do marco legal das empresas estatais, promovendo maior coerência, racionalidade e eficiência nas contratações públicas, em benefício não apenas dessas instituições, mas, fundamentalmente, dos cidadãos e setores econômicos que dependem de seus serviços e investimentos.

item.page.description.abstractalternative

Since the enactment of Law No. 13,303/2016 (State-Owned Enterprises Law), which established the legal framework for public bidding and contracts by state-owned enterprises, the regulatory landscape for public procurement in Brazil has undergone significant changes, notably the enactment of Law No. 14,133/2021 (New Law on Bidding and Contracts – NLLC), and the enactment of Laws No. 13,979/2020 and No. 14,981/2024, which introduced simpler solutions, especially in exceptional circumstances, such as the response to the COVID-19 pandemic and public calamities resulting from extreme weather events. In contrast, the regulations specifically applicable to state-owned enterprises have remained unchanged since 2016. Furthermore, although the State Owned Enterprises Law recognizes the authority of these entities to internally regulate aspects of their contracting, this regulatory scope is limited, since internal regulations cannot deviate from the legal framework or override requirements and restrictions established by law. In this context, even if not all convergence with the NLLC is desirable, maintaining stricter or more restrictive rules for state-owned enterprises in materially equivalent situations undermines the coherence and rationality of the public procurement system. This scenario highlights a disconnect from the rationale behind the creation of a specific legal framework for state-owned enterprises, originally designed to provide greater flexibility, efficiency, and adaptability in their operations, particularly for companies operating in a competitive environment. The problem that guides this study lies precisely in the observation that these companies are subject, in certain respects, to rules that are stricter and more restrictive than those provided for in more recent regimes, even in materially equivalent situations. In light of this, the purpose of this study is to propose a targeted revision of the State-Owned Enterprises Law, guided by the following criterion of simplification: the incorporation into the state owned enterprises regime of provisions already adopted in other legal frameworks in equivalent situations, provided they establish less rigid or less restrictive parameters. The study was designed as an intervention project. From a methodological standpoint, the research is characterized as applied in nature, employing a qualitative approach, and, in terms of its objectives, exploratory. In terms of procedures, bibliographic and documentary research were combined with survey-type research. It is hoped that this proposal will contribute to improving the legal framework for state owned enterprises, promoting greater coherence, rationality, and efficiency in public procurement, benefiting not only these institutions but, fundamentally, the citizens and economic sectors that depend on their services and investments.

organization.page.description

person.page.description

Email Address

person.page.identifier.orcid

person.page.identifier.lattes

person.page.identifier.gsid

person.page.identifier.rid

person.page.identifier.scopus-author-id

project.page.project.description

project.page.project.productdescription

item.page.subject.otherlanguages

Public procurement, State-owned enterprises, Simplification

Citation

ALCÂNTARA, Pollyana da Silva. Simplificação nas compras públicas das empresas estatais: uma proposta legislativa a partir da análise comparativa de regimes jurídicos mais recentes. 2026. 116 f. Projeto de intervenção (Mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento) – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Brasília, 2026. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20861

item.page.description.version

Description

item.page.description.series

Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Sexta Turma

item.page.relation.replaces

Final version of this publication

item.page.relation.references

organization.page.relation.references

Book Chapter

Primary Version

Events

News

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais