Publication:
Compras governamentais : características das firmas industriais e participação das que inovam

Loading...
Thumbnail Image

item.page.format.extent

item.page.description.firstpage

299

item.page.description.lastpage

324

Date

Publication data

item.page.date.series

item.page.date.event

item.page.organization.date

item.page.date.submitted

item.page.project.date

item.page.description.edition

Language

por

item.page.coverage.spatial

Brasil

item.page.coverage.temporal

item.page.location.country

BR

organization.page.location.country

item.page.type.events

item.page.type

item.page.degree.level

item.page.source.urlsource

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Copyright Holder

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Access to Information

Acesso Aberto

Terms of Use

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

item.page.title.alternative

item.page.organization.alternative

item.page.name.variant

item.page.contributor.author

Advisor

item.page.contributor.editor

item.page.contributor.thesiscommitee

item.page.contributor.organizer

item.page.contributor.coordinator

item.page.contributor.other

item.page.relation.ispartofseries

Speaker / Moderator / Discussant

Abstract

Examina como o governo federal utiliza — ou deixa de utilizar — seu poder de compra como instrumento de estímulo à inovação industrial no Brasil. A partir do cálculo do Coeficiente de Compras do Governo (CCG), o estudo analisa 3.211 firmas industriais fornecedoras entre 2001 e 2003, classificando-as em sete faixas de benefício. Os resultados revelam que o governo compra proporcionalmente mais de empresas tecnicamente defasadas, pequenas e intensivas em mão‑de‑obra, enquanto as firmas inovadoras e diferenciadoras de produtos aparecem entre as menos beneficiadas, vendendo ao governo em proporção inferior à sua participação de mercado. A legislação de compras (Lei 8.666/93), ao priorizar o menor preço e exigir especificações técnicas generalistas, acaba desfavorecendo produtos diferenciados e inovações. O estudo demonstra que firmas inovadoras enfrentam barreiras para fornecer ao governo, enquanto empresas pouco inovadoras são relativamente favorecidas. A regressão econométrica confirma que inovar reduz o CCG, enquanto baixa diferenciação, baixa escala em capital e alta intensidade de mão‑de‑obra aumentam o benefício. O capítulo conclui que, para que as compras governamentais funcionem como instrumento de política industrial voltado à inovação, é necessário alterar as especificações técnicas e elevar padrões mínimos de qualidade dos produtos demandados.

item.page.description.abstractalternative

organization.page.description

person.page.description

Email Address

person.page.identifier.orcid

person.page.identifier.lattes

person.page.identifier.gsid

person.page.identifier.rid

person.page.identifier.scopus-author-id

project.page.project.description

project.page.project.productdescription

item.page.subject.otherlanguages

Citation

SOARES, Ricardo Pereira. Compras governamentais: características das firmas industriais e participação das que inovam. In: DE NEGRI, João Alberto; SALERNO, Mario Sergio (org.). Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. Brasília, DF: Ipea, 2005. p. 299–324. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19960

item.page.description.version

Description

item.page.description.series

item.page.relation.replaces

Final version of this publication

item.page.relation.references

organization.page.relation.references

Book Chapter

Item type:book.listelement.badge,
Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras
(Ipea, 2005) Almeida Júnior, Mansueto Facundo de; Alves, Patrick Franco; Araújo, Rogério Dias de; Arbache, Jorge Saba; Arbix, Glauco; Baessa, Adriano Ricardo; Bahia, Luiz Dias; Britto, Jorge Nogueira de Paiva; Cassiolato, José Eduardo; Castro, Antonio Barros de; Conceição, Júnia Cristina Péres Rodrigues da; Costa, Gustavo; De Negri, Fernanda; Domingues, Edson Paulo; Freitas, Fernando; Koeller, Priscila; Kupfer, David; Lemos, Mauro Borges; Moro, Sueli; Prochnik, Victor; Rocha, Frederico; Ruiz, Ricardo Machado; Silva, Alan Ricardo da; Soares, Ricardo Pereira; Vargas, Marco Antonio; Viotti, Eduardo Baumgratz; De Negri, João Alberto ; Salerno, Mario Sergio ; De Negri, João Alberto; João Alberto De Negri; Mario Sergio Salerno
O Ipea está desde o início envolvido ativamente na elaboração das Diretrizes da Política Industrial, nas suas principais medidas e ações implementadas, bem como na criação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI). É inserido nesse esforço que temos a satisfação de apresentar à sociedade brasileira o mais completo e amplo estudo já realizado sobre a inovação tecnológica na indústria nacional. Este estudo mostrou que as empresas que inovam e diferenciam produtos da indústria brasileira geram postos de trabalho de maior qualidade, pois empregam mão-de-obra mais qualificada, melhor remunerada e com mais estabilidade no emprego. Inovar e diferenciar produtos permite às empresas exportar com maior valor agregado, obtendo preço prêmio nas suas vendas ao exterior. As empresas nacionais gastam mais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) como proporção do seu faturamento do que as filiais das empresas estrangeiras instaladas no Brasil, e uma parcela importante dessas empresas tem feito inovações tecnológicas com o objetivo de buscar melhor inserção no mercado mundial. Há, entretanto, muito ainda por ser feito. As exportações brasileiras têm baixo conteúdo tecnológico e ainda são fortemente concentradas em commodities intensivas em recursos naturais e mão-de-obra. As desigualdades produtivas regionais são acentuadas e as pequenas e médias empresas dispõem de poucos meios para inovar e diferenciar seus produtos. Os resultados da pesquisa apresentada neste livro revelam fortemente que muitas firmas brasileiras estão desenvolvendo um comportamento pró-ativo, orientando-se pelas práticas mais nobres da competição: a inovação tecnológica e a diferenciação de produto. As informações coletadas mostram que uma nova visão empresarial tem surgido no país dando sustentação a um novo patamar competitivo da indústria brasileira.

Primary Version

Events

News

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais