Publicação: Inflação, desemprego e choques cambiais: novas evidências para o Brasil
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
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Texto para Discussão (TD) 1661: Inflação, desemprego e choques cambiais: novas evidências para o Brasil
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Resumo
Este Texto para Discussão calcula uma curva de Phillips com choques cambiais para a economia brasileira. Foram estimadas várias especificações, com diferentes conjuntos de dados, distintos períodos de tempo e diferentes frequências. Ao todo foram adotadas quatro metodologias econométricas distintas para verificar o efeito da taxa de desemprego e da taxa de câmbio sobre a inflação. Abordou-se tanto a metodologia frequentista quanto a bayesiana nas análises de séries temporais. Para possibilitar respostas não lineares, também foi estimado um modelo de transição suave (STR) com regressores endógenos. Por fim, para explorar as diferentes dinâmicas regionais, modelos de dados de painel foram empregados. Os resultados econométricos se mostraram robustos para, no curto prazo: i) negar a importância do desemprego e do choque cambial sobre a inflação; ii) destacar a importância das expectativas de inflação; e iii) confirmar, na maioria dos casos, a restrição proposta por Blanchard e Gali (2007), segundo a qual a soma dos coeficientes da inflação passada e da expectativa de inflação deve ser igual à unidade.
Resumo traduzido
We estimate the Phillips curve with an exchange rate shock to the Brazilian economy. Besides panel data, we estimate the Phillips curve by time series methodology, including Bayesian techniques and Smoothing Transition Regressions (STR) model. The econometric results show three important conclusions: a) we test and confirm the Blanchard and Gali (2007) restrictions over the sum of the coefficients associated with inflation; b) the coefficient associated to the expectation of inflation is greater than the coefficient associated with past inflation (which is in contrast with previous studies to the Brazilian economy); and c) in the short-run both the unemployment rate and the exchange rate shock are not important determinants of current inflation.
