Publication: Estimativa do estoque de capital humano para o Brasil: 1981 a 1999
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1981-1999
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BR
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Estimativa do estoque de capital humano para o Brasil: 1981 a 1999: Texto para Discussão (TD) 877, Estimation of the human capital stock for Brazil: 1981 to 1999: Discussion Paper 877
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Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Este estudo estima o estoque de capital humano do Brasil entre 1981 e 1999. Tais estoques são obtidos utilizando-se o critério do valor presente dos fluxos de renda futuros dos indivíduos, que, por hipótese, dependem de sua escolaridade e experiência no trabalho. Procurou-se calcular esse estoque a partir de coeficientes de retorno à educação e à experiência estimados com base em uma equação de Mincer. Empregou-se também o conceito de cálculo do valor presente descontado da renda futura dos agentes, conforme sugerido por Becker. Por fim, lançou-se mão de métodos de cálculo recursivos desenvolvidos por Jorgenson. Há uma evolução bastante rápida do estoque de capital humano. Em termos per capita, esta variável apresenta um crescimento anual entre 1% e 3%, alcançando 40% acumulados entre 1981 e 1999. Verifica-se também que o estoque de capital físico é bem maior do que o de capital humano. Porém, a relação capital humano-produto vem crescendo mais rapidamente que aquela apurada para o capital físico.
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This study estimates the human capital stock for Brazil, from 1981 to 1999. For this purpose, future labor incomes are discounted so that we get their present value. We assume that these incomes are a result of years of schooling and work experience. Mincerian coefficients are used as proxies for estimated returns to schooling and experience. The idea of discounting future incomes, as suggested by Becker, is employed in our exercise as well. Finally, we use recursive algorithms, as in Jorgenson, to obtain the final estimates. The stock of human capital has grown considerably. In per capita terms, it displayed an annual growth of 1% to 3%, meaning a raise of 40% throughout 1981-1999. Moreover, despite the fact that the physical capital-output ratio is much higher than the one for the human capital, the latter has been increasing in a faster pace than the former.
