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Índice de vulnerabilidade das famílias (2000-2010): resultados

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2000 e 2010

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BR

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Texto para Discussão (TD) 1835: Índice de vulnerabilidade das famílias (2000-2010): resultados, Vulnerability index families (2000-2010): results

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Resumo

O objetivo deste texto é apresentar, de forma imediata, mas também precisa e espacialmente detalhada, a situação de vulnerabilidade das famílias brasileiras, a partir das respostas aos censos demográficos de 2000 e 2010. Desta forma, espera-se oferecer aos gestores públicos, em específico, e a pesquisadores e ao público em geral material de acesso e referência ao conjunto – por vezes complexo e inacessível – de inferências possíveis a partir dos questionários dos microdados da amostra dos censos. A metodologia utilizada para construção de indicadores sintéticos está fartamente descrita na literatura anterior. A partir da construção de indicadores que denotam presença ou ausência de vulnerabilidades, agregam-se seis dimensões de análise, então reunidas no índice geral, que pode ser descrito para o país, estados, municípios e áreas intraurbanas. Os resultados indicam que a vulnerabilidade das famílias brasileiras, no período, recuou em média 20%. Este comportamento, todavia, é heterogêneo entre as dimensões analisadas, seus indicadores, as regiões e estados do país. É exatamente na identificação desta heterogeneidade dos efeitos percebidos na década que se encontra a contribuição do texto.

Resumo traduzido

The objective of this paper is to make available information – precisely and spatially detailed – about families’ vulnerabilities derived from questionnaires’ answers of census data for 2000 and 2010. In doing so this paper fulfills the task of providing reference data – occasionally complex – accessible to public authorities and researchers so that inferences can be made from the micro data of the census sample interviews. The methodology used is by and large detailed in the literature. The actual construction of the indicators is based on the analysis of presence or absence of vulnerabilities within families across six different dimensions, detailed for the country, states, municipalities and intraurban detail. Results indicate that Brazilian families’ vulnerability reduced by nearly 20% in the period on average. This behavior, however, is heterogeneous among the dimensions analyzed, the indicators or the regions and states of the country. It is exactly the analysis of this perceived heterogeneity in the decade that makes the core of the contribution of this paper.

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