Publicação: Computing pre-conflict poverty figures and profile in Syria
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Resumo
"Although some recent reports point out that deteriorating living conditions were a key factor leading to the current violent conflict in Syria, none has sufficiently investigated pre-conflict poverty rates at the governorate level. The United Nations Economic and Social Commission for Western Asia (ESCWA) is the only entity that computed national poverty figures for 2009 (ESCWA 2017). It found that the national rates of food, extreme, and overall poverty rates in Syria decreased to 1.5 per cent, 10 per cent, and 24.8 per cent, respectively, in 2009. It is clear, however, that ESCWA's estimates are counter-intuitive due to two main reasons: first is the unprecedented waves of drought hitting the area in the years immediately preceding the conflict; second, cuts in energy subsidies in May 2008 had a strong negative effect on people who were just above the poverty line. Thus, this One Pager summarises findings in Hamati (2019), which computes poverty rates for Syria in 2009, using a sample from that year's household income and expenditure survey. We try to fill a gap and compute poverty figures and profiles at the governorate basis in a country which was on its way to being engulfed in a very violent civil conflict two years later". (...)
"Apesar de alguns estudos recentes indicarem que a deterioração das condições de vida foi um dos fatores que levaram ao atual conflito violento na Síria, nenhum deles investigou suficientemente as taxas de pobreza anteriores ao conflito, no âmbito dos governorados. A Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para a Ásia Ocidental (ESCWA) é a única entidade que computou dados nacionais de pobreza para 2009 (ESCWA, 2017). A instituição concluiu que as taxas nacionais de pobreza alimentar, pobreza extrema e pobreza geral na Síria foram reduzidas a 1,5 por cento, 10 por cento e 24,8 por cento, respectivamente, em 2009. Entretanto, é claro que as estimativas são contraintuitivas por duas razões: primeiramente, as ondas de seca sem precedentes que atingiram a área nos anos imediatamente antes do conflito; segundo, os cortes nos subsídios de energia em maio de 2008 tiveram um efeito negativo forte nas pessoas que se encontravam um pouco acima do limite da linha de pobreza. Nesse contexto, este One Pager resume as conclusões em Hamati (2019), estudo que computa as taxas de pobreza na Síria em 2009, utilizando uma amostra da pesquisa de orçamentos familiares daquele ano. Tentamos preencher uma lacuna e computar os valores e os perfis de pobreza no âmbito dos governorados, em um país que estava nas vias de ser envolto em um conflito civil muito violento, dois anos depois". (...)
"Apesar de alguns estudos recentes indicarem que a deterioração das condições de vida foi um dos fatores que levaram ao atual conflito violento na Síria, nenhum deles investigou suficientemente as taxas de pobreza anteriores ao conflito, no âmbito dos governorados. A Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para a Ásia Ocidental (ESCWA) é a única entidade que computou dados nacionais de pobreza para 2009 (ESCWA, 2017). A instituição concluiu que as taxas nacionais de pobreza alimentar, pobreza extrema e pobreza geral na Síria foram reduzidas a 1,5 por cento, 10 por cento e 24,8 por cento, respectivamente, em 2009. Entretanto, é claro que as estimativas são contraintuitivas por duas razões: primeiramente, as ondas de seca sem precedentes que atingiram a área nos anos imediatamente antes do conflito; segundo, os cortes nos subsídios de energia em maio de 2008 tiveram um efeito negativo forte nas pessoas que se encontravam um pouco acima do limite da linha de pobreza. Nesse contexto, este One Pager resume as conclusões em Hamati (2019), estudo que computa as taxas de pobreza na Síria em 2009, utilizando uma amostra da pesquisa de orçamentos familiares daquele ano. Tentamos preencher uma lacuna e computar os valores e os perfis de pobreza no âmbito dos governorados, em um país que estava nas vias de ser envolto em um conflito civil muito violento, dois anos depois". (...)
