Publicação: Previdências dos trabalhadores dos setores público e privado e desigualdade no Brasil
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Brasil
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2008-2009
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 1876: Previdências dos trabalhadores dos setores público e privado e desigualdade no Brasil, Workers pensions of the public and private sectors, and inequality in Brazil
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Resumo
O estudo examina um conjunto particular de determinantes institucionais da desigualdade: as politicas previdenciárias. A hipótese testada e a de que os benefícios que realmente contribuem para a concentração da Previdência no pais – e, consequentemente, para a desigualdade – não são aqueles cujos valores estão situados entre os limites vigentes para o setor privado, mas sim os benefícios mais altos do setor publico. A metodologia usada decompõe os fatores do coeficiente de Gini da distribuição de rendimentos familiares per capita observada na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. Conclui-se que o Estado reproduz desigualdades pré-existentes por meio de direitos previdenciários diferenciados para trabalhadores dos setores publico e privado. A diferenciação de regras faz com que a previdência de valores mais altos, recebida por menos de 1% da população, contribua com 4% da desigualdade total.
Resumo traduzido
The study examines a particular set of institutional determinants of inequality, the public pensions. It tests the hypothesis that different rules regarding a maximum limit for the value of benefits in the pension subsystem of public and private sector workers makes the system as a whole regressive and contributes disproportionately to inequality in Brazil. Using a factor decomposition of the Gini coefficient of the distribution of family per capita income, as measured by POF 2008-2009 it concludes that the State reproduces pre-existing inequalities when it differentiates rules for public and private sector workers. Due to this differentiation of rules, the higher value pensions of less than 1% of the population contributes to 4% of total inequality.
